A artrose é uma doença crônica, degenerativa e que afeta as articulações das patas traseiras e da coluna vertebral do animal. Dependendo da gravidade, poderá ocorrer redução da mobilidade.
A causa real da doença é desconhecida. Caracteriza-se pela degeneração da cartilagem articular e pode ser primária ou secundária. No primeiro caso caracteriza-se pela ausência de um fator desencadeador inicial enquanto no segundo caso é consequência de um episódio agudo de artrite, que é inflamação na articulação. O sintoma mais evidente é o animal passar a mancar.
O veterinário procurará através de exames de radiografia revelar as lesões provocadas pela doença. O tratamento é difícil e exige paciência e dedicação dos donos que devem tratar seu animal com exercícios, regime alimentar e precauções contra frio e umidade. Podem ser ministrados analgésicos e anti-inflamatórios. Em alguns casos a intervenção cirúrgica é necessária.
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O Câncer é uma doença que pode ser mortal. Trata-se da proliferação desordenada de células causando danos ao funcionamento dos órgãos. O local mais comum que a doença atinge é o pulmão. Geralmente aparece em animais mais velhos e determinadas raças são mais acometidas que outras.
Nem todo o tumor detectado no animal é câncer, porém os benignos devem ser retirados para não virem a se tornar malignos. Uma vez que detectada a doença, pode ocorrer metástase, ou seja, uma célula do tecido ou órgão doente se instala e multiplica em outros órgãos através da corrente sangüínea.
Os sinais do câncer variam com o tipo de tumor, mas o mais comum é a perda repentina de peso. Não há como prevenir e o diagnóstico é feito através da retirada e análise da massa tumoral, o que chamamos de biópsia. Também pode-se fazer exames de raio X, ultra-sonografia e exames de sangue.
No caso de ser detectado nas fases iniciais, o câncer no animal pode ser tratado e o tumor retirado cirurgicamente antes de ocorrer a metástase. O tratamento depende do tipo de tumor e do estágio da sua evolução. Pode ser tratado com medicamentos ou cirurgia. Em alguns casos se usa radioterapia ou quimioterapia.
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A Parvovirose é uma das viroses mais conhecidas e contagiosas para cães domésticos. O seu primeiro caso foi constatado em 1978 nos Estados Unidos. Ataca principalmente os cães mais jovens, pois são os que possuem menos imunidade. Causada por um vírus que se combina com outros levando o organismo a passar por infecções. Classificada como zoonose, acomete homens e animais, mas aos primeiros não é de tanta gravidade.
A doença se estabelece principalmente no aparelho digestivo e o animal se torna sonolento e sem apetite e pode apresentar vômitos, tosse e conjuntivite. Além do estômago, se inflamam também os intestinos, fígado e outros órgãos. Com a evolução da doença, os intestinos inflamam-se fortemente e também o coração é atingido, principalmente quando o cão é jovem, causando morte repentina devido à rápida evolução do quadro.
Para a prevenção existe vacina específica. Pode ser aplicada em fêmeas gestantes, mesmo que as mesmas já tenham tomado uma dose, pois isso virá a aumentar sua imunidade e passar através da placenta imunidade aos filhotes. Esta imunidade também será passada através do leite materno após o nascimento da cria. A primeira dose da vacina pode ser ministrada após o desmame entre 45 e 60 dias de vida. As re-vacinações são anuais.
Quando detectada a doença, o animal deve ser isolado de outros animais. O veterinário indica o tratamento e uma desinfetação do ambiente onde vive o animal também é aconselhável, devido à resistência do vírus.
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A Obesidade, ou seja, o peso excessivo, assim como no homem, no animal também encurta a vida ou cria condições para o estabelecimento de várias moléstias, além de diminuir o potencial reprodutor de qualquer macho ou fêmea. Na maioria dos casos, os animais não fazem muito exercício e comem demasiadamente, inclusive guloseimas e alimentos calóricos.
O método de mudar este quadro é bem fácil, se ocorrer com seu animal, procure alimentá-lo com pequena quantidade de comida, uma dieta leve e procure levá-lo a fazer exercícios.
Caso não dê resultado, consulte um veterinário para que seja verificado se não se trata de problemas hormonais, o que deve ser tratado com medicamentos. Nada disso se aplica aos filhotes, que estão em fase de crescimento e é saudável que seja gordinhos, pois virão a emagrecer naturalmente assim que crescerem.
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Os sintomas da Gastrite são vômitos freqüentes, sede excessiva e diarréia. No caso de existirem estes sintomas, procure manter seu animal quieto e aquecido. Ofereça-lhe pequenos cubos de gelo para lamber, mas não lhe dê água para beber.
Caso o veterinário aconselhe, é interessante oferecer-lhe uma clara de ovo levemente batida (sem chegar a fazer espuma), misturada com um pouco de água. Não lhe deve ser oferecida comida sólida até o veterinário prescrever a volta gradual a uma leve dieta.
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Trata-se de um efeito colateral que se segue ao aparecimento de várias moléstias viróticas, como: Cinomose, Hepatite ou Lasptospirose. O cão desenvolve um “tique nervoso”, que por vezes em uma das pernas, no maxilar ou na cabeça.
Qualquer sintoma nervoso deste tipo é sério, já que é difícil de curar e geralmente progride, quando a única solução é o sacrifício do animal. Normalmente o quadro abrange convulsões e neste caso os prognósticos são ainda mais tristes. Em situações benignas, sedativos podem ajudar e muitas vezes o animal supera o problema.
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São comuns os problemas de rins entre os cães. Os sintomas são urina escassa, tentativas freqüentes de urinar sem sucesso e incontinência.
A temperatura do cão pode subir, seu dorso arquear e ele fica parecendo sempre estar muito infeliz. Por vezes pode ocorrer de sair um pouco de sangue na urina e o cão também pode apresentar muita sede.
Não há o que fazer em casa nestes casos, deve-se entrar em contato com o veterinário para mais detalhes.
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A Raiva ou Hidrofobia é uma doença infecciosa provocada por um vírus que se localiza principalmente no sistema nervoso central, provocando uma encefalite fatal. Atinge cães, gatos e outros animais, como macaco, rato e morcego. Pode ser transmitida ao homem por mordedura ou lambedura.
O animal infectado a partir da mordida de outro animal raivoso pode desenvolver a doença em 10 dias ou até 8 meses depois. O período de incubação é em média de 21 a 60 dias. A Raiva se manifesta de duas formas diferentes, a furiosa e a paralítica e podem ser detectadas por alguns sinais:
Furiosa: causa inquietude, nervosismo e tendência a atacar. Tendência a morder, modificações no latido, e dificuldade para engolir. O quadro se agrava com o estado do animal sempre alerta, passando a ter contrações musculares involuntárias, crises convulsivas, paralisia, coma e morte.
Paralítica: ausência de inquietude, nervosismo e tendência a atacar. O cão afasta-se de todos, oculta-se e logo aparecem piores sinais, como a paralisia da parte posterior do corpo e a morte em 3 ou 4 dias.
Os cães também podem vir a falecer desta doença sem nem mesmo aparecerem os sinais.
Não existe tratamento específico contra a Raiva quando a doença é detectada. Existe sim a vacina anti-rábica, que deve ser ministrada nos animais anualmente para que esta doença fatal seja evitada.
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Esta doença também é conhecida como bicheira e sua transmissão é através de larvas e moscas que se instalam em lesões de pele ou oculares e causam a destruição gradativa do tecido podendo aumentar a lesão e produzir odor desagradável.
Atinge animais domésticos e pode ser prevenida com cuidados nos animais que estiverem com ferimentos leves ou profundos. NUNCA o dono do animal deve medicá-lo em casa, o que pode tornar o quadro irreversível ou causar lesões bem mais graves.
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Esta é uma doença que vem causando grande polêmica em nosso país. A mesma atinge cães, não tem cura e é transmissível, o que está fazendo com que nossos governantes sejam a favor do extermínio dos animais considerados positivos.Diversas campanhas estão se instalando pelo Brasil a fim de impedir o extermínio dos cães.
A maior delas é: “Acabem com os mosquitos! Não com os cães!”. A doença é transmitida através da picada de mosquito e mesmo não tendo cura, pode-se oferecer boa qualidade de vida e até longevidade aos animais infectados. O período de incubação varia de 2 meses a 6 anos.
Muitos dos animais não apresentam sinais, mas os mesmos são doença de pele, emagrecimento, apatia, febre, problemas renais e outros.
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