Confira aqui as piores raças de cachorro para se ter dentro de casa ou apartamento.

Os cachorros não são chamados de “os melhores amigos do homem” por acaso. Companheiros, são sempre uma das primeiras opções quando pensamentos em adotar um bichinho. Porém, antes de decidirmos qual raça será a escolhida, precisamos analisar qual ambiente é o mais favorável para aquele cão, pois muitas vezes o ambiente de um apartamento, sem os devidos cuidados com os hábitos físicos do animal, podem o deixar estressado, levando a comer os móveis da casa ou até mesmo ficar doente.

Confira a lista das raças menos indicadas para serem criadas em apartamento:

– Lulu da Pomerânia: Embora a raça se adapte a todos os tipos de residências, são muito agitados e, por isso, subirão excessivamente na mobília da casa. Por causa do seu tamanho pequeno, podem sofrer lesões, fraturas e problemas frequentes nas articulações.

– Pug: A raça é muito procurada por estética, sendo um dos cachorros da moda. No entanto, precisam de muitos cuidados, pois possuem grandes tendências a problemas de saúde, tendo coração, pele, intestino e focinho frágeis. Por causa dessas tendências, requerem visitas mensais ao veterinário.

– Labrador: Os labradores são muito energéticos. Eles precisam de muitas horas diárias de atividade física, pois sem elas a raça adota um comportamento destrutivo e certamente irá comer e destruir muitos objetos da casa.

-Beagle: Este cão, conhecido por suas grandes orelhas, é um farejador nato, desenvolvido para caçar durante horas por dia. Quando criado sem atividades físicas voltadas para seu perfil, se torna um grande mastigador, roendo vários móveis da casa.

– Border Collie: Estimado por sua grande inteligência, esse cachorro precisa constantemente de novos estímulos. Criado para pastorear ovelhas, quando entediado, adquire o hábito de morder.

– Golden Retriever: O cão é o sonho de consumo de muitos admiradores de cachorros. No entanto, gostam excessivamente de companhia. Eles precisam estar sempre ao redor dos donos, sendo notados e acarinhados. Eles literalmente não dão sossego e até atingirem a idade adulta, aprontam muito quando ficam sozinhos.

É importante ressaltar que não existem raças boas ou ruins. Na verdade, os cães precisam de um ambiente que acolha suas necessidades e personalidade. É importante fazer esse reconhecimento antes de adotar um bichinho.

Carolina B.


Confira aqui algumas dicas para proteger o seu cachorro ou gato dos fogos de artifício.

Quem tem um gatinho ou cachorro em casa, sabe como é difícil essa época do ano, principalmente na noite da virada, em que se queima um grande número de fogos de artifício. Visivelmente pode-se notar como a queima de fogos de artifício faz mal aos animais.

Na maioria das vezes quando expostos a esses fortes ruídos os gatos e os cães tendem a ficar nervosos e trêmulos, procuram se esconder ou ficar próximos de seus donos, o que configura em um ataque de pânico.

Ao contrário do que muitos pensam, os gatos, embora não demonstrem, são os que mais sofrem com o estresse dos fogos. Mas sofrem tanto quanto os cães.

Esses animais possuem um sistema de audição muito mais potente que o ser humano, o que faz com que o barulho de um simples foguete de pólvora, ressoe como uma grande explosão. Desse modo, quando ouvem o estrondo se sentem ameaçados e por isso a adrenalina acelera, fazendo com que fiquem extremamente estressados. E o resultado é o que vimos, bichos agitados, com olhos amedrontados, perdidos.

Há casos em que os animais durante uma queima de fogos ficam tão desorientados que fogem de casa, correm sem rumo pelas ruas e acabam se perdendo.

Para amenizar essa situação, evitando problemas maiores, os donos podem tomar algumas precauções:

– Se o animal possui em casa um refúgio, para onde sempre corre em casos de barulhos, permita que ele fique nesses lugares, pois ali ele se sente mais protegido. Deixe que ele saia quando se sentir em segurança.

– Nesse mesmo lugar onde ele se esconde, deixe sua alimentação e água, para que ele se sinta mais confortável e se acalme junto as suas coisas.

– Se eles vivem no quintal, procure deixar os portões e saídas bem fechados para que não fujam, evitando que se percam ou que sejam atropelados.

– Evite tentar proteger o animal durante a crise de medo, pois a proteção excessiva acaba por incentivar esse comportamento de ansiedade. Os gatos gostam de ficar sozinhos, então permita. Por sua vez, os cães devem ter liberdade de ir para seus esconderijos, conforme sua vontade.

– Para aqueles animais que ficam extremamente nervosos, que têm crises convulsivas ou que já possuem algum problema no coração, os veterinários costumam prescrever medicamentos para deixá-los mais calmos em situações assim.

Essas são medidas que podem ajudar nessas situações, mas infelizmente não resolvem o problema totalmente.

Sirlene Montes


Confira aqui as raças e nomes de cachorro mais populares no Brasil.

Uma pesquisa foi realizada pelo Dog Hero divulgou as raças e nomes de cachorro mais populares no Brasil. Para chegar aos 25 nomes mais populares de cães femininas e cães masculinos, bem como as 25 raças mais presentes na casa dos brasileiros, a Dog Hero avaliou cerca de 108 mil cachorros.

Dentre os mais populares, o nome Mel ficou na primeira colocação para cães do sexo feminino. Já para os machos, quem ficou com a primeira colocação foi o nome Thor. Em termos de raça, o Vira-lata (raça não definida/ não registrada) apareceu na primeira colocação, seguido pelos cães de pequeno porte Shih-Tzu e YorkShire.

Confira abaixo a lista completa dos 25 nomes mais populares (Feminino/Masculino) e das 25 raças mais frequentes entre os cães no Brasil.

25 nomes de cães femininos (mais populares):

  1. Mel
  2. Nina
  3. Luna
  4. Lola/ Lolla
  5. Meg / Meggie
  6. Amora
  7. Belinha
  8. Cacau
  9. Bella / Bela
  10. Frida
  11. Maya
  12. Pandora
  13. Malu
  14. Princesa
  15. Lua
  16. Lilica
  17. Sofia/ Sophia
  18. Jade
  19. Kiara
  20. Lilli
  21. Chanel
  22. Fiona
  23. Amy
  24. Cindy
  25. Lara

25 nomes de cães masculinos (mais populares):

  1. Thor
  2. Bob
  3. Fred
  4. Billy
  5. Nico
  6. Chico
  7. Jack
  8. Marley
  9. Bruce
  10. Lucky / Lucke
  11. Max
  12. Zeus
  13. Ozzy
  14. Theo
  15. Pingo
  16. Mike
  17. Toddy
  18. Zeca
  19. Boris
  20. Frederico
  21. Simba
  22. Buddy / Bud
  23. Bidu
  24. Tobias
  25. Scooby / Scobie

20 raças mais presentes entre os cães brasileiros:

  1. Indefinido (Vira-Lata)
  2. Shih-Tzu
  3. YorkShire
  4. Poodle
  5. Lhasa Apso
  6. Buldogue Francês
  7. Maltês
  8. Golden Retriever
  9. Labrador
  10. Pug
  11. DashHunt (Linguiça)
  12. Spitz Alemão
  13. Pinscher
  14. Schnauzer
  15. Beagle
  16. Cocker Spaniel
  17. Border Collie
  18. Buldogue Inglês
  19. American PitBull
  20. Chow Chow

O nome do seu cão consta nessa lista? O nome que você escolheu está entre os 25 mais populares? E a raça, está entre as 20 que são mais populares no Brasil? Comente abaixo o nome do seu cão e a raça, caso essas não estejam presentes na lista elaborada pela Dog Hero.

Matheus Griebeler


Confira aqui os mitos, verdades e cuidados que você deve ter com a alimentação do seu cachorro.

Poucos animais, se formos pesar na balança, beneficiam tanto o ser humano quanto o cachorro, que, não por acaso, é conhecido como o melhor amigo do homem. Diante da insegurança das grandes cidades, o cachorro é, sem dúvida, uma garantia de segurança em nossos lares. Até por isso, é fundamental que seja muito bem tratado, pois será do zelo que temos pelos cachorros que determinará seu maior tempo de vida. Nesse aspecto, a alimentação é essencial e aí surge as dúvidas corriqueiras: qual a alimentação correta? Será que ela varia de uma raça para a outra? Será que ela deve mudar com o passar dos anos? E em torno dessas perguntas recorrentes, muitos mitos surgiram em torno dessa questão. Vamos analisar algumas delas.

Uma das "certezas" que as pessoas têm é que o cachorro não pode passar um dia sequer sem se alimentar de uma dieta a base de carne crua. Aliás esse mito prevaleceu durante muito tempo, pode até ser que naqueles tempos isso fosse um fato, mas assim como a raça humana evolui e se transformou ao longo dos tempos, o mesmo vem ocorrendo com os cães. Assim, atualmente, já se sabe que a carne sozinha não mais é capaz de satisfazer as necessidades nuticionais dos caninos. Até por isso, ao ir em qualquer pet shop, hoje em dia, você verá uma imensa variedade de rações com as misturas de carne com vegetais, por exemplo.

Outra dúvida é se devemos dar leite para cachorros. Essa dúvida procede, pois quando eles são pequenos costumamos alimentá-lo justamente com o leite e ele não apresenta nenhum tipo de rejeição. No entanto, com o passar dos anos, o único tipo de leite que o cachorro, dependendo da raça, não rejeitará é o sem lactose. Pouca gente sabe, por exemplo, em relação aos alimentos derivados do leite que o cachorro já em idade adulta aceita muito bem estão o queijo cottage e iogurte. Aliás, é até recomendável, pois eles são ricos em cálcio.

Desfazendo mal entendidos

Muitos dizem também que a gordura na alimentação canina é prejudicial a vida do animal, pois estas não tem calorias. Saiba que isso não é verdade, pois até pelo fato dos cachorros, dependendo da raça, se movimentarem muito durante o dia, principalmente aqueles das raças mais territoriais, como pastor alemão, eles precisam da gordura, que é uma das principais fontes de energia. Mas os seus benefícios não param por aí, elas ajudam também na assimilação das vitaminas A, D, E e K, principalmente nas formas insaturadas, tais como o ômega-6 e os ácidos graxos ômega-3. Quanto a isso, não há porque se preocupar, pois grande parte das rações já provê a quantidade necessárias de gordura, de acordo com a raça e a idade do animal.

Outros afirmam categoricamente que cães não tem condições de comer grãos. Quanto a isso é bom ressaltar que se os grãos forem cozidos, essa dificuldade deixará de existir. Nesse aspecto o recomendado é optar pelo arroz próprio para cães e não de trigo ou de milho. Há, no entanto, aqueles bem radicais, que simplesmente detestam os pets shops, porque esses comecializam comidas industrializadas e aí justificam dizendo que os cães antigamente viviam muito bem e saudavelmente com os restos de comida, ou quando as famílias faziam a comida para dar aos cachorros. Se você não ouviu isso já deve ter ouvido ou ainda ouvirá um comentário desse gênero. Não corresponde a realidade dos fatos, pois hoje em dia os cachorros duram em média 15 anos, enquanto antigamente duravam apenas 7 anos e isso foi decorrente das diversas razões existentes.

Portanto, não se iniba em oferecer alimentação de qualidade ao seu cão, você não vai se arrepender.

Antonio Marcos Rudolf


Estudo indica que ato pode ajudar na visualização do rosto do dono.

O site Psychology Today publicou uma pesquisa muito interessante que explica o motivo dos cães inclinarem a cabeça quando falamos com eles ou damos alguma bronca. Muita gente acredita que pelos cachorros serem animais muito perceptivos, a ação é uma tentativa de reverter a situação agradando o dono, no entanto, os resultados da pesquisa publicada afirmam que o curioso comportamento acontece por outros motivos.

A publicação explica que o ato de inclinar a cabeça serve para facilitar a visualização do rosto do dono, pois devido ao focinho, eles não conseguem enxergar a parte inferior do rosto dos seres humanos e o movimento possibilita isso.  Os cães dispõem de inteligência emocional bastante acentuada e contam inclusive com a capacidade de ler e interpretar expressões faciais, mas para isso, precisam enxerga-la de forma completa.

Faça o seguinte: Coloque um objeto que se assemelhe ao focinho de um cachorro ou até mesmo seu próprio punho na frente do nariz. Percebe como “possuir um focinho” interfere no ponto de vista da visão?

A pesquisa foi aplicada com quase 600 pessoas que possuem cachorros. Além da informação a respeito da quantidade de vezes que os cães inclinavam a cabeça era necessário também informar a raça do animal.

Do número total de pessoas entrevistadas, 62% afirmaram que seus cães inclinam a cabeça frequentemente. Outro dado muito interessante é que os donos de cachorros das raças pugs e bulldogs, por exemplo, relataram menor frequência de inclinação (53%) em comparação aos animais que possuem focinhos maiores ou mais compridos (71%).

Com base nessa diferença, o cientista Stanley Coren, responsável pela condução dos estudos, concluiu que o fator do tamanho do focinho interfere muito na realização do movimento.

Apesar da diferença, os cães com focinhos menos achatados ainda representam um número grande, por este motivo, o autor crê que existam outros fatores que também sejam responsáveis pela inclinação. A audição também pode influenciar, mas por enquanto não há nada comprovado cientificamente.

Por Beatriz 


O que antes era visto como algo bonito e aceitável já não é mais permitido pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CMFV), que determinou a resolução nº 1.027, de 18 de junho de 2013. Ela proíbe a prática de caudectomia em animais, quando realizada apenas para fins estéticos.

Essa não é a primeira vez que o CMFV atua contra práticas desta natureza. Em 2008, ele decidiu sobre a proibição da conchectomia, operação para levantar as orelhas e onicectomia, para extrair unhas dos gatos. Anteriormente, essas práticas apenas não eram recomendadas aos donos.

A decisão tomada pelo conselho vai ser muito boa para muitos cães que são mutilados desnecessariamente. O que pode causar dor e problemas de saúde nos bichinhos, pois cortar uma parte do cachorro, como a cauda pode acarretar em infecções na coluna e demais enfermidades.

A partir da data da resolução, só poderão ser submetidos a caudectomia, os animais que sofrerem de casos específicos de doenças ou câncer, e que o procedimento seja realizado em benefício da saúde dos bichinhos.

Algumas raças são mal suscetíveis a este tipo de mutilação, o que ocorre muitas vezes em condições precárias, representando um risco aos animais. 

Por Robson Quirino de Moraes


Nestes dias de Copa do Mundo em que os brasileiros, pela sua natureza alegre e festiva adoram comemorar, há quem sofra muito com os fogos de artifício disparados por todos os cantos do país nos dias dos jogos da Seleção Brasileira. E não são humanos não, são os cachorros que chegam a sentir pânico diante do barulho dos explosivos, o que leva muitos deles a problemas de enforcamento com as coleiras, fuga e até convulsões.

Aqueles que lidam com os cães dizem que a causa do problema não está na raça mas sim, na forma como os animais tiveram sua socialização enquanto filhotes. E já há tratamento para isto, ao custo de setenta reais a sessão, incluindo aplicação de florais.

Fonte:Folha

Por Elizabeth Preático


Esta história relata a fé, esperança e perseverança de um caozinho e sua dona.

O cão chamado “Faith” = Fé, nasceu no Natal de 2002 com apenas 3 patinhas – duas traseiras normais e 1 dianteira anormal que precisou ser amputada. Quando nasceu sua mãe o rejeitou e como nao conseguia caminhar necessitava de empenho e cuidados especiais de seu dono, o qual desejou eliminá-lo.

Foi quando sua atual dona Jude Stringfellow entrou em sua vida e aceitou o desafio de cuidar e ensinar o pequeno Faith a caminhar e a superar sua deficiência.

Então ela começou a treiná-lo, exercitando e colocando o cãozinho em uma prancha de Surf para ele sentir o movimento das águas, e o recompensava com um pouco de pasta de amendoim quando ele conseguia ficar ereto e pulando pela casa.

Após apenas 6 meses Faith conseguia se equilibrar e caminhar pela casa sozinho, e com mais treinos fazendo-o caminhar na neve ele conseguiu caminhar como um ser humano.

O surpeendente cãozinho ficou conhecido internacionalmente e por onde passa chama muita atenção, já aparecendo em programas de TV e jornais. Possuindo até mesmo um livro com o título “With a Little Faith” (Com um pouco de fé), que relata sua incrível história de superação.

A sua dona, Sra. Stringfellow, deixou sua profissão para espalhar pelo mundo esta história de fé e vida junto com Faith.
Seu lema é: Nunca perca a fé!


A Honda inovou e criou um carro que tem uma acomodação só para o melhor amigo do homem. O novo Honda Element tem um sistema projetado especialmente para deixar os cães com segurança e conforto dentro do carro.

O sistema foi feito para o que o cão não incomode o dono durante a viagem e, no caso de uma colisão frontal, ele diminui o risco de ferimentos tanto dos passageiros humanos como do cão. Além de contar com um assoalho macio, que não machuca as patas, o acessório tem bebedouro, ventilador, uma rampa que auxilia a entrada e saída do pet, entre outros.

O preço de lançamento do sistema no novo Honda Element é de US$ 995, cerca de R$ 1.750,00.

Por Levi Rocha


Os cães analisam o ambiente à sua volta através dos seus sentidos, olfato e paladar. Cheiram tudo, lambem e roem, isso além de aliviar o incômodo pela troca da dentição, auxilia na limpeza dos dentes – evitando o surgimento de tártaros e doenças periodontais –, também transmite indícios de que o canino está com  alguma deficiência em alguns nutrientes, o que é indicado realizar exame de fezes para sanar a dúvida.

Roendo ossos naturais estes nutrientes podem ser supridos, mas atualmente com a tecnologia e industrialização, encontra-se uma grande variedade de rações que possam proporcionar os tais nutrientes, transformando o ato de ‘roer’ somente uma diversão e maneira de higienizar os dentes do cão.

Mas caso não queira que seu cão fique sem este instinto natural de roer, há formas de proporcionar esta satisfação à ele, com ossos sintéticos – feitos de couro de boi – e até mesmo ossos naturais – grandes e cozidos, para evitar complicações na saúde.

Prestando atenção no que o cão está roendo e tomando as devidas precauções, o peludo poderá continuar com seu hábito, trazendo benefícios para ele e não medos no que poderá ocorrer com sua saúde.


Geralmente ocorrem casos em que o cão acaba ingerindo algum tipo de veneno, seja ele induzido ou ocasional. Os sintomas são observados rapidamente, como: diarréia, vomito, apatia, contração/dilatação das pupilas, convulsões, etc; apresentando algum destes indícios, o cão deverá ser imediatamente socorrido, sendo feita a indução do vômito e fazendo-o ingerir água morna com sal no intervalo de cinco a dez minutos.

Mas estes são apenas os primeiros passos, em qualquer circunstância ele deverá ser levado a um veterinário para proporcionar os tratamentos clínicos específicos.

Tomar muito cuidado com materiais domésticos, como: produtos de limpeza, inseticidas, venenos contra formigas e ratos, produtos contra sarna, etc. eles também poderão ser responsáveis por intoxicação ou o envenenamento do seu cão.


Diz o mito que os cães comem grama por estarem com o estomago ‘enjoado’. Esta indagação não deixa de ser verdadeira. Realmente, quando sentem um mal estar, o instinto canino faz com que eles sintam a necessidade de ingerir grama, pois ela agirá como um irritante para o estomago, o animal irá vomitar o que pode ter ocasionado o enjôo, como alguma comida ou até mesmo algum tipo de veneno.

Além de proporcionar fibras à dieta do cão, que melhorará a função do intestino e evitará o câncer no mesmo.

Mas o principal ingrediente que contém na grama e é ótimo para a saúde do canino é a clorofila. Ela combate infecções de gengiva, garganta, inflamações de intestino, além de renovar os tecidos e combater as bactérias em feridas.

O grande cuidado a ser tomado é verificar se a grama do quintal ou jardim está infectada por poluição e agrotóxicos, pois inevitavelmente ele irá comer algum dia a tão ‘saborosa grama’.


Quando decide-se adquirir um cãozinho, deve-se observar os seguintes tópicos:

  • Se existe contrato de compra e venda.
  • Observar durante o terceiro e o décimo dia se o cão não apresenta nenhuma doença, se isso ocorrer comunicar ao criador para decidir como será resolvida a questão. E no caso de morte, indagar para  que seja devolvido o valor pago.
  • Ficar atento se o cão apresenta os padrões da raça, ou seja, se demonstra as características da raça a que pertence, para evitar transtornos futuros.

Estas são situações básicas a serem observadas, se acaso ocorrerem e o criador negar-se a entrar em um acordo, caberá ao Kennel Club ou ao PROCON tomarem as medidas legais cabíveis para solucionar o ocorrido.


A principio deve-se saber o motivo da agressividade  do cão, que pode ser de duas maneiras: a por dominância e a por medo.

A agressão por dominância ocorre quando o cachorro está acostumado com muitas regalias e mimos o dia todo. Ela acontece por meio de um simples rosnado até um ataque real. Neste caso você deve mostrar quem é o líder, mudando alguns hábitos, desde o horário da refeição, até carinho, brinquedo, passeios. Ele deverá obedecer ao seu comando e não ao momento em que ele desejar receber algum mimo.

Já a agressão por medo ocorre quando alguma situação ou objeto o traumatiza por algum motivo. Para combatê-la o ideal é mostrar que não existe razão para o medo. O processo deve ser feito com calma e paciência, para seu cão obter novamente a confiança. Brincadeiras ou aproximações do objeto que causa o medo, com recompensas, faz com que ele esqueça o que aconteceu e volte a adquirir maior segurança e fique mais tranqüilo.


O cio ocorre nas fêmeas entre o 7º e 10º mês de idade – entre 12 e 14 anos equivalente a idade do homem – sendo a época em que estão preparadas para acasalar e procriar. O macho pode saber que existe uma fêmea no cio a uma enorme distância através de seu faro, sentindo um odor característico: o ferormônio, que é eliminado junto com a urina das fêmeas, atraindo os machos.

O cio ocorre com uma freqüência de 5 a 7 meses, durando de 15 a 16 dias. No inicio do ciclo é possível observar um sangramento leve que diminui ou desaparece geralmente no 7º ou 8º dia, mas ela não está preparada para acasalar. Já no ciclo seguinte ela deixa o macho montar, onde ocorre o acasalamento.

Para evitar que a fêmea não fique prenha, é necessário que não entre em contato com machos no fim do cio, ou seja, do 7º ao 15º dia. A castração é outra excelente opção para que o animal também não tenha cria.


A lei não se pronuncia em proibir a existência de cães em condomínios, apenas diz que não pode utilizar as áreas em comum ‘…de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores…’, ou seja, a tal presença de cães representa o bom senso dos respectivos donos.

Somente não libera-se a todas as raças a possibilidade de estarem em condomínios, como cães de instinto violento que possam prejudicar e ameaçar a segurança das pessoas. Mas,se o cão atacar ou causar algum dano à alguem, a responsabilidade total cabe ao seu dono. Justamente por isso há regulamentos específicos para o cão, como andar somente com coleira e guia, serem transportados somente nos elevadores de serviço, etc.

Portanto, antes de pensar em possuir um cachorro em seu apartamento, vale pesquisar a raça que melhor se adapta tanto a você quanto ao condomínio e às normas regidas por ele.


Dentro da variedade de raças existentes, você precisa primeiramente analisar o que espera do seu cão: o selvagem (ou de ataque); ou o de companhia.

De acordo com sua expectativa, personalidade e estilo de vida poderá escolher o seu companheiro ideal. Relacionam-se mais de 350 raças reconhecidas e uma imensa quantidade de mestiços, por isso é essencial conhecer os cães para poder optar pela raça certa. Pesquisar junto a um grupo de resgate, onde os cães de raça são criteriosamente avaliados; buscar informações sobre as raças ou sobre os mestiços; descobrir como o cão irá se adaptar com o restante da família são fatores que auxiliarão na escolha do seu animal.

Boa sorte e boa escolha!


O melhor amigo do homem teve sua origem à pelo menos 15 mil anos e considera-se o primeiro animal a ser domesticado. Existe uma imensa variedade de raças de cães, desde os de grande porte até os menores, mas sem dúvida, todos com a mesma história e origem.

Eles fazem parte da família dos Canídeos, que são semelhantes as raposas e lobos. Mas a diversificação das raças mostra que são descendentes de Canídeos selvagens, mais especificamente dos lobos. Estes, no processo evolutivo, se ‘auto-domesticaram’, ou seja, quando os homens começaram a viver em aldeias ou comunidades, os lobos aproveitaram a oportunidade para poder adquirir comida facilmente, como os restos que eram sobravam do homem. Já os mais ‘medrosos’ começavam a se afastar cada vez mais. Separando a espécie em dois nichos.

Esta que ficou convivendo com o homem foi adaptando-se de acordo com as necessidades e conduzido ao processo da seleção natural (ou a ‘lei do mais forte’) para a sua sobrevivência. Onde seus cruzamentos originariam a variedade imensa de raças de cães que hoje existe.


Amigo do homem? Não, mais que isso, o cão vem sendo um companheiro para ele. E consequentemente adquirindo várias funções: cães guia, cães policiais e principalmente cães guarda de nossas residências.

Aqui relacionamos sete dicas para você adestrar seu cão. Para isso não é preciso você ser um adestrador profissional, apenas treiná-lo já é o bastante para ter uma convivência tranqüila e em harmonia com seu melhor amigo.

Dicas:

  1. Fazer as necessidades no local correto: Use com seu cachorro o método da recompensa: quando ele fizer no lugar certo, dê uma guloseima para ele. Se o comportamento correto for seguido de uma recompensa ou reforço ficará mais fácil para ele repeti-lo.
  2. Ensinar a NÃO CAVAR em seu jardim: Cães só cavam quando sentem-se sozinhos. Apresentam em seu instinto a necessidade da matilha. Sentindo-se solitários, precisam passar o tempo. Então tente passar mais tempo com ele, brincar, dar carinho, passear.
  3. Repetição: Repetição é essencial para ensinar seu cachorro a obedecer a um comando. Para garantir que ele gravou após uma série de repetições, teste sem as ´´guloseimas´´. Teste isso três vezes seguidas para garantir que ele realmente absorveu ao comando.
  4. Comunicação: Você deverá ensinar seu cão a realizar ao comando ou a fazer algo correto. Assim como corrigi-lo quando fizer errado. Sendo consistente quando estiver emitindo um comando ou ensinando um comportamento específico.
  5. Quando adestrá-lo? Quanto antes começar, melhor será o resultado. Procure começar quando ele ainda for filhote. Mas isso não significa que cães adultos não possam aprender novos comportamentos e truques.
  6. Mostre quem é o líder: Ensine ao seu cão que você é quem o lidera. Demonstre sempre que ele lhe deve submissão. No adestramento nunca deixe que interrompa uma tarefa que está realizando, ele deverá saber com firmeza que deverá seguir o que você quer que ele faça.
  7. Mastigar a coisa certa: O desenvolvimento natural dos filhotes faz com que eles queiram mastigar tudo o que encontram pela frente. Portanto, recomenda-se ossos de couro comprados facilmente em lojas de animais.

Pronto! Desta maneira você fez um ótimo trabalho, além de melhorar a convivência e obediência do seu cão!


Não existe um raça específica para ser cão-ouvinte, basta somente boa reatividade, bom temperamento, e vontade de trabalhar. Este tipo de cão é adaptado a guiar deficientes auditivos.

Eles passam primeiramente por um treinamento básico, como obediência e por situações que naturalmente irão presenciar com seu futuro dono. Somente depois passam por treinamentos sonoros, para reconhecer um determinado som e avisar ao seu manupulador; tais como: toques de telefone, campainhas, ou alarmes de relógio.

Com esses sons ele entende que deverá levar seu manipulador até a fonte. Ou afastando-o, como em casos de alarmes de incêndio.

O cão-ouvinte possui a mesma acessibilidade que o cão-guia, podendo permanecer em locais públicos em geral. E a cada dia esse tipo de serviço prestado por estes cães  torna-se mais reconhecido mundialmente.


Eis que inventaram um cinto de segurança para cachorros! 🙂

Há quem carregue o cachorro no porta-malas do carro, mas depende do carro, né? Só em carros grandes isso é possível.

Mas tudo bem! Agora que inventaram esse cinto de segurança canino, e pode ser a sua solução para carregar seu bicho de estimação com mais tranquilidade.

Lembrando que o uso desse cinto não é obrigatório por lei.


Apesar de que é o próprio Bush que deveria levar umas mordidas, não foi o que aconteceu dessa vez.

Um jornalista tentou brincar com Barney, cachorro de George W. Bush, e acabou sendo surpreendido, levando uma bela de uma mordida.

Melhor que isso, só os arremessos de sapatos que Bush levou no Oriente Médio.


Dandara Oigres Inangamor

Filha de:First dinasty de Child Dog  e Peggy                  Oigres Inangamor  

Raça:Pequinês

nascimento:30/07/2006

Porte:pequeno

Cor:Vermelha

Criadora:Dulci Schmidt

Canil Nackicão


Unai Oigres Inangamor

Raça:Pequinês

Nascimento:30/07/2006

Filha de :First Dinasty  de Child Dod        e

                 Peggy Oigres   Inangamor    

Cor:Vermelha

Pelagem: Dupla

Unai é afetuosa se mostra uma exelente mãe


Fredy Oigres Inangamor

 

Filho de: Johanes Peter of Deveras e Solly  Gorski

Cor: preto e branco

Raça: Pequinês

Origem China

Utilização: Companhia

O Fredy é leal destemido  e reservado.


 

Nascido dia 18/11/2003

Filho de : First  Dinasty de Chyld dog e Mitsue e Mitsue Lee

               of Tolafy

Cor: Vermelha

A raça do Wind é considerada  de luxo é inteligente,empático e companheiro devotado a sua dona.


Na grande maioria dos casos, o proprietário é o maior problema que um animal tem para realizar seu parto. As fêmeas precisam de um ambiente calmo, seguro e confortável para tal.

A duração normal para um parto é de cerca de 12 horas de pródromos (preparação) e mais umas duas horas por filhote. Ao nascer cada filhote, as fêmeas mesmo cuidam de seus filhos, lambendo-lhes e ingerindo não apenas as placentas como também os líquidos aminióticos, o que é muito importante para a reposição de eletrólitos.

O cordão umbilical a mãe mesmo corta. Se você quiser, após passada a correria do parto, aplicar um álcool iodado não fará mal. A caudectomia para as raças que cortam o rabo é feita nas primeiras 24 horas, e deve seguir um padrão específico para cada raça.

Após a consulta neo-natal, é recomendado que o filhote retorne à clínica veterinária aos 15 dias para dar início ao tratamento pediátrico.


Da mesma forma que humanos, os animais estão sujeitos a ataques e convulsões. As principais causas são: intoxicações, infecções, infestações, doenças genéticas, acidentes, ou simplesmente uma questão idiopática. 

Embora de aspecto repugnante, uma convulsão em si não é motivo de emergência, mas pode causar emergências, quando, por exemplo, o animal se ferir em uma queda ou mesmo mordendo a própria língua. A hemorragia pode ser séria.

A melhor providência é a de se colocar um pedaço de madeira, como um cabo de vassoura, na boca do animal, entre os dentes incisivos superiores e inferiores, e evitar que estes fiquem próximos a barrancos, degraus, desníveis, puxando-os pelo rabo a um local seguro.

Jamais introduza a mão na boca de um animal em convulsão, quer seja ele da espécie canina ou humana. No ato da convulsão, não existe consciência, ele não o reconhecerá, e poderá inclusive amputar-lhe o dedo. O mesmo pode se dar a animais sedados.

Depois destas providências, deixe o animal em paz. Quanto maior o silêncio e a quietude, melhor.


Queimaduras podem ser por temperatura (calor ou frio), ou por agentes químicos como um ácido, soda cáustica ou similares. 

– Para queimaduras por frio, nada como um bom “escalda pé”, ou seja, manter a região imersa em uma água morna, ou tão quente quanto seu dedo mínimo possa suportar. 

– Para queimaduras por calor, nada se ropriet a uma meia hora de água corrente (não muito forte) escorrendo na lesão. 

– Para os caso de produtos químicos, água em abundância é a melhor solução, e quanto mais cedo melhor. Não economize água, utilize muita água mesmo. Deixe a água correr.

Nestes casos devemos tomar o máximo cuidado pois trata-se de ferimento muito doloroso, após a limpeza inicial, se necessário, pegue compressas de gaze, umedeça-as com vaselina líquida para não grudar e aplique sobre o local afetado.


Verifique se o animal está engasgado com um corpo estranho (veja engasgo).

Se o animal não estiver respirando, coloque-o em uma superfície firme com o lado esquerdo para cima. Cheque o batimento cardíaco colocando seu ouvido no peito do animal. Para localizar o ponto certo , dobre gentilmente a pata dianteira até que o “cotovelo” encoste nas costelas. Este é o ponto ideal para detectar os sons cardíacos.

Se o coração estiver batendo mas o animal não estiver respirando, feche a boca do animal, ponha sua mão bem próximo ao focinho, para dar firmeza, e sopre diretamente no nariz dele e não na boca até que você veja o tórax se expandindo. Repita de 12 a 15 vezes por minuto.

Ao mesmo tempo, se não houver batimentos cardíacos, faça massagem cardíaca. O coração se localiza na metade inferior do tórax, atrás do “cotovelo” da pata dianteira esquerda.

Coloque uma mão por debaixo do animal para aparar o tórax e coloque a outra mão por cima do coração. Faça compressão do coração gentilmente. Gatos e cães muito pequenos podem receber a massagem cardíaca através da compressão do tórax entre o polegar e os demais dedos da mão (* finja que vai pegar um livro em uma prateleira, a maneira que seus dedos envolverão o livro é como seus dedos devem envolver o tórax do animal). Faça a massagem cardíaca 60 vezes por minuto, ou seja, uma vez por segundo e alterne com a respiração artificial.


Um corte pode não ser muito profundo mas sangrar bastante, principalmente se atingir uma artéria. Nestes casos o sangramento será muito mais perigoso do que o corte em si e devemos tratar de roprie-lo. Aqui o repouso é sempre indicado.

Comprimir o ferimento e mantê-lo assim pode ser uma boa opção, A compressão tampa os vasos rompidos, diminui a velocidade da hemorragia e facilita a coagulação. 

Gelo: o frio também comprime os vasos facilitando o estancamento.

Torniquete: no caso da hemorragia ser em uma pata, ou rabo, primeiro veja se é possível lavar o local. Após lavado, coloque uma gaze embebida em vaselina e enfaixe buscando pressionar levemente. Existem hemorragias que não vão parar, neste caso faça, com muito cuidado, um torniquete.

Produtos em pó, como: pó-de-café ou borra de café, açúcar, farinhas, nunca devem ser utilizados, pois podem causar uma infecção e gangrena levando o animal a perder a pata ou até pior.


Aproxime-se do animal calmamente para evitar uma mordida. Coloque uma mordaça (qualquer ser vivo, quando em dor extrema, morderá qualquer pessoa se o toque desta lhe causar mais dor ou medo) mas cuidado para não apertar demais e dificultar a respiração do animal.

Limpe os ferimentos com muita água limpa. Cubra os ferimentos grandes e abertos para que permaneçam limpos. Os ferimentos causados por mordidas geralmente infeccionam e precisam de cuidados profissionais.

Fale com o seu veterinário.


Trata-se de um problema comum entre cães e se for bem cuidado, não há maiores problemas. A maior causa são parasitas externos, como pulgas e piolhos. Outra causa é a má alimentação.

Alguns cães apresentam manchas na linha superior do pescoço, na garupa e nos flancos. Surge inicialmente uma mancha úmida e a pele fica avermelhada e inflamada – o cão procura lamber-se constantemente.

O tratamento pode ser tanto externo como interno. Procure mudar a dieta. Raspe o pêlo em volta da região afetada e limpe a região com um pouco de algodão embebido em solução anti-séptica.

Tendo enxugado bem a área, aplique uma pomada tópica à base de óleo de oliva e um pouco de parafina ou querosene. Nos casos mais rebeldes o veterinário deve ser consultado para um tratamento mais eficaz.


Os cães mais velhos, mesmo que bem tratados, podem padecer deste mal. Se, porém, um cão jovem desenvolver esta dolorosa moléstia, a causa geralmente está num canil molhado ou no fato de o animal ter dormido sobre o chão frio.

O cão fica dormente e chora de dor quando tenta levantar-se da posição em que está. Calor e conforto são essenciais e caso as dores sejam fortes e persistentes, convém consultar um veterinário


Os cães de raça são mais suscetíveis aos problemas de pele que os cães SRD. As causas nem sempre são muito claras, existem, no entanto, duas causas muito comuns, que podem ocorrer isoladas ou em dependência uma da outra.

A primeira é de fundo alérgico e a segunda está na presença de ectoparasitos, que são sarnas provocadas por ácaros e quando tratadas a tempo são de cura fácil. Assim, em casos de suspeita, deve-se recorrer ao veterinário.


A Catarata é a doença do olho, que vem a afetar o cristalino causando sua opacidade e modificando sua estrutura. Pode ser classificado segundo sua localização, a época do aparecimento e o grau de evolução.

Para que seja detectada devemos notar em nosso animal mudanças em sua movimentação, passando a andar de modo diferente e por vezes tropeçando. Pode tornar-se agressivo ou medroso e pode haver modificação da cor da pupila tornando-se branca.

Algumas formas de Catarata evoluem rapidamente. O tratamento depende muito do caso. Pode ser através de medicamentos com vitaminas ou até através de cirurgia, o que geralmente dá certo, dependendo da gravidade do caso.


A artrose é uma doença crônica, degenerativa e que afeta as articulações das patas traseiras e da coluna vertebral do animal. Dependendo da gravidade, poderá ocorrer redução da mobilidade.

A causa real da doença é desconhecida. Caracteriza-se pela degeneração da cartilagem articular e pode ser primária ou secundária. No primeiro caso caracteriza-se pela ausência de um fator desencadeador inicial enquanto no segundo caso é consequência de um episódio agudo de artrite, que é inflamação na articulação. O sintoma mais evidente é o animal passar a mancar.

O veterinário procurará através de exames de radiografia revelar as lesões provocadas pela doença. O tratamento é difícil e exige paciência e dedicação dos donos que devem tratar seu animal com exercícios, regime alimentar e precauções contra frio e umidade. Podem ser ministrados analgésicos e anti-inflamatórios. Em alguns casos a intervenção cirúrgica é necessária.


O Câncer é uma doença que pode ser mortal. Trata-se da proliferação desordenada de células causando danos ao funcionamento dos órgãos. O local mais comum que a doença atinge é o pulmão. Geralmente aparece em animais mais velhos e determinadas raças são mais acometidas que outras. 

Nem todo o tumor detectado no animal é câncer, porém os benignos devem ser retirados para não virem a se tornar malignos. Uma vez que detectada a doença, pode ocorrer metástase, ou seja, uma célula do tecido ou órgão doente se instala e multiplica em outros órgãos através da corrente sangüínea.

Os sinais do câncer variam com o tipo de tumor, mas o mais comum é a perda repentina de peso. Não há como prevenir e o diagnóstico é feito através da retirada e análise da massa tumoral, o que chamamos de biópsia. Também pode-se fazer exames de raio X, ultra-sonografia e exames de sangue.

No caso de ser detectado nas fases iniciais, o câncer no animal pode ser tratado e o tumor retirado cirurgicamente antes de ocorrer a metástase. O tratamento depende do tipo de tumor e do estágio da sua evolução. Pode ser tratado com medicamentos ou cirurgia. Em alguns casos se usa radioterapia ou quimioterapia.


A Parvovirose é uma das viroses mais conhecidas e contagiosas para cães domésticos. O seu primeiro caso foi constatado em 1978 nos Estados Unidos. Ataca principalmente os cães mais jovens, pois são os que possuem menos imunidade. Causada por um vírus que se combina com outros levando o organismo a passar por infecções. Classificada como zoonose, acomete homens e animais, mas aos primeiros não é de tanta gravidade. 

A doença se estabelece principalmente no aparelho digestivo e o animal se torna sonolento e sem apetite e pode apresentar vômitos, tosse e conjuntivite. Além do estômago, se inflamam também os intestinos, fígado e outros órgãos. Com a evolução da doença, os intestinos inflamam-se fortemente e também o coração é atingido, principalmente quando o cão é jovem, causando morte repentina devido à rápida evolução do quadro.

Para a prevenção existe vacina específica. Pode ser aplicada em fêmeas gestantes, mesmo que as mesmas já tenham tomado uma dose, pois isso virá a aumentar sua imunidade e passar através da placenta imunidade aos filhotes. Esta imunidade também será passada através do leite materno após o nascimento da cria. A primeira dose da vacina pode ser ministrada após o desmame entre 45 e 60 dias de vida. As re-vacinações são anuais.

Quando detectada a doença, o animal deve ser isolado de outros animais. O veterinário indica o tratamento e uma desinfetação do ambiente onde vive o animal também é aconselhável, devido à resistência do vírus.


A Obesidade, ou seja, o peso excessivo, assim como no homem, no animal também encurta a vida ou cria condições para o estabelecimento de várias moléstias, além de diminuir o potencial reprodutor de qualquer macho ou fêmea. Na maioria dos casos, os animais não fazem muito exercício e comem demasiadamente, inclusive guloseimas e alimentos calóricos.

O método de mudar este quadro é bem fácil, se ocorrer com seu animal, procure alimentá-lo com pequena quantidade de comida, uma dieta leve e procure levá-lo a fazer exercícios.

Caso não dê resultado, consulte um veterinário para que seja verificado se não se trata de problemas hormonais, o que deve ser tratado com medicamentos. Nada disso se aplica aos filhotes, que estão em fase de crescimento e é saudável que seja gordinhos, pois virão a emagrecer naturalmente assim que crescerem.


Os sintomas da Gastrite são vômitos freqüentes, sede excessiva e diarréia. No caso de existirem estes sintomas, procure manter seu animal quieto e aquecido. Ofereça-lhe pequenos cubos de gelo para lamber, mas não lhe dê água para beber.

Caso o veterinário aconselhe, é interessante oferecer-lhe uma clara de ovo levemente batida (sem chegar a fazer espuma), misturada com um pouco de água. Não lhe deve ser oferecida comida sólida até o veterinário prescrever a volta gradual a uma leve dieta.


Trata-se de um efeito colateral que se segue ao aparecimento de várias moléstias viróticas, como: Cinomose, Hepatite ou Lasptospirose. O cão desenvolve um “tique nervoso”, que por vezes em uma das pernas, no maxilar ou na cabeça.

Qualquer sintoma nervoso deste tipo é sério, já que é difícil de curar e geralmente progride, quando a única solução é o sacrifício do animal. Normalmente o quadro abrange convulsões e neste caso os prognósticos são ainda mais tristes. Em situações benignas, sedativos podem ajudar e muitas vezes o animal supera o problema.


São comuns os problemas de rins entre os cães. Os sintomas são urina escassa, tentativas freqüentes de urinar sem sucesso e incontinência.

A temperatura do cão pode subir, seu dorso arquear e ele fica parecendo sempre estar muito infeliz. Por vezes pode ocorrer de sair um pouco de sangue na urina e o cão também pode apresentar muita sede.

Não há o que fazer em casa nestes casos, deve-se entrar em contato com o veterinário para mais detalhes.


A Raiva ou Hidrofobia é uma doença infecciosa provocada por um vírus que se localiza principalmente no sistema nervoso central, provocando uma encefalite fatal. Atinge cães, gatos e outros animais, como macaco, rato e morcego. Pode ser transmitida ao homem por mordedura ou lambedura.

O animal infectado a partir da mordida de outro animal raivoso pode desenvolver a doença em 10 dias ou até 8 meses depois. O período de incubação é em média de 21 a 60 dias. A Raiva se manifesta de duas formas diferentes, a furiosa e a paralítica e podem ser detectadas por alguns sinais:

Furiosa: causa inquietude, nervosismo e tendência a atacar. Tendência a morder, modificações no latido, e dificuldade para engolir. O quadro se agrava com o estado do animal sempre alerta, passando a ter contrações musculares involuntárias, crises convulsivas, paralisia, coma e morte.

Paralítica: ausência de inquietude, nervosismo e tendência a atacar. O cão afasta-se de todos, oculta-se e logo aparecem piores sinais, como a paralisia da parte posterior do corpo e a morte em 3 ou 4 dias.

Os cães também podem vir a falecer desta doença sem nem mesmo aparecerem os sinais.

Não existe tratamento específico contra a Raiva quando a doença é detectada. Existe sim a vacina anti-rábica, que deve ser ministrada nos animais anualmente para que esta doença fatal seja evitada.


Esta doença também é conhecida como bicheira e sua transmissão é através de larvas e moscas que se instalam em lesões de pele ou oculares e causam a destruição gradativa do tecido podendo aumentar a lesão e produzir odor desagradável.

Atinge animais domésticos e pode ser prevenida com cuidados nos animais que estiverem com ferimentos leves ou profundos. NUNCA o dono do animal deve medicá-lo em casa, o que pode tornar o quadro irreversível ou causar lesões bem mais graves.


Esta é uma doença que vem causando grande polêmica em nosso país. A mesma atinge cães, não tem cura e é transmissível, o que está fazendo com que nossos governantes sejam a favor do extermínio dos animais considerados positivos.Diversas campanhas estão se instalando pelo Brasil a fim de impedir o extermínio dos cães.

A maior delas é: “Acabem com os mosquitos! Não com os cães!”. A doença é transmitida através da picada de mosquito e mesmo não tendo cura, pode-se oferecer boa qualidade de vida e até longevidade aos animais infectados. O período de incubação varia de 2 meses a 6 anos.

Muitos dos animais não apresentam sinais, mas os mesmos são doença de pele, emagrecimento, apatia, febre, problemas renais e outros.


Existem diversos tipos de sarna, alguns menos freqüentes, mas são dois os mais comuns: Sarna Sarcóptica é produzida pelo ácaro do gênero sarcoptis, que escava partes da pele.

As lesões iniciam nos membros, depois pelo corpo e por último atingem a cabeça. É transmissível a outros animais e também ao homem. O tratamento é simples e rápido com a utilização de medicamentos e cuidados com a higiene tanto do animal quanto do local freqüentado por ele.

Sarna demodécica ou Sarna negra, é produzida pelo ácaro do gênero demodex. Há discussões sobre o contágio à outros animais, mas não contagia o homem. Inicialmente atinge a cabeça, geralmente ao redor dos olhos, parecendo o contorno de óculos, estende-se pelo resto da cabeça, pelo corpo e finalmente membros. Ao contrário do outro tipo de sarna, esta é séria e de difícil tratamento.


Vermes em animais são comuns e também muito fáceis de tratar. Tanto em filhotes quanto em animais adultos ministra-se medicamentos vermífugo com doses indicadas para cada idade e peso.

Caso haja infestação de vermes o caso complica, mas não é irreversível. Há danos como perda de peso, crescimento tardio e predisposição à outras doenças.

Os sintomas da presença de vermes são barriga abaulada, olhar triste, arrastar o bumbum no chão, magreza, fezes moles e até mesmo vermes visíveis nas fezes do animal.

Os donos devem prestar muita atenção nestes sintomas e consultar o veterinário de sua confiança, para que este indique as datas para administração do vermífugo adequado para seu animal.


Pode ser chamada também de verme do coração e é mais comum do que se imagina. A transmissão é através do mosquito. A doença atinge cães e gatos, mas estes últimos em bem menor escala, seu organismo é mais resistente. Os sinais em cães são tosse, cansaço, falta de resistência e até perda de consciência.

Atinge mais os machos e geralmente cães de grande porte, como Pastor Alemão e Boxer. Alguns dos sinais em gatos são tosse, dificuldade na respiração, diarréia, vômito, falta de apetite e perda de peso.


Convulsões são atividades anormais do cérebro, desencadeadas por um grupo de neurônios com descargas elétricas alteradas. São classificadas de acordo com sua apresentação e podem ser leves ou generalizadas. Causam perda ou alteração de consciência e movimentos ou alterações musculares envolvendo o corpo todo ou parte dele.

A doença chamada Epilepsia acomete homens e animais e é caracterizada pela repetição freqüente de convulsões. As convulsões são desencadeadas por qualquer distúrbio no cérebro e as causas mais comuns são anomalias de nascença, traumatismos, intoxicações ou tumores. Caso não haja causa evidente, a convulsão é chamada de idiopática.

O tratamento indicado geralmente é através de medicamentos que venham a inibir as convulsões, os anti-convulsivos, quando estas são freqüentes. Cada caso deve ser analizado pelo veterinário para mais precisas informações e tratamento específico.


A presença de muco nos olhos pode ser sinal de uma das moléstias caninas altamente infecciosas, e o paciente deve ser isolado, tornando-se imediatamente a sua temperatura. Se estiver normal, isto pode significar que o cão saiu num vento forte ou deixaram-no viajar com a cabeça para fora do carro.

A temperatura acima de 38,5 pode indicar problemas. Alguns cães sofrem de conjuntivite crônica, de modo algum associada a moléstias viróticas. Banhos freqüentes com uma solução salina (1 colher de chá para 0,5 litro de água) podem ajudar.

Seque a superfície em volta dos olhos com um chumaço de algodão. Olhos que lacrimejam constantemente podem ser banhados com chá frio filtrado. Uma pomada oftálmica também pode ser útil e, caso o problema não seja superado, consulte um veterinário.


Pode causar crises de bronquite uma simples deitadinha no molhado ou a umidade no canil ou na cama do animal. Também causa, a mudança brusca de um local aquecido à um muito frio.

O animal precisa de tratamento veterinário, mas a providência que pode ser tomada pelo dono é fazer uma fricção no peito do animal com qualquer preparado de cânfora, como o “Vick Vaporub”.

Pode-se também providenciar uma inalação com vapor e manter o animal em um local aquecido com uma dieta leve.


A Anemia é um conjunto de sintomas caracterizados pela diminuição da porcentagem de hemoglobina na circulação sangüínea. Manifesta-se sob a forma de palidez das mucosas orais e genitais e às vezes a urina passa a ter coloração diferente.

São vários os tipos de Anemia, como a Hemolítica, a Anemia por perdas e a Anemia de origem medular, mas a mais freqüente nos animais domésticos é a do tipo Hemolítica, já que uma de suas causas, a doença chamada babesíase, é transmitida por carrapatos.

Para saber qual o tratamento, é necessário consultar um veterinário, que através de exames de sangue descobrirá o tipo de Anemia e dirá qual o tratamento adequado. Os exames realizados pelo veterinário são chamados de quantitativo, pois determinará o número de glóbulos brancos, vermelhos e a taxa de hemoglobina e o qualitativo, que procura a presença de parasitas.


As fraturas em cachorros costumam atingir principalmente as pernas. Você sabe prestar os primeiros socorros ao seu cão?! Veja abaixo:

1. A fratura provoca muitas dores nos cães, por isso, antes de transportá-lo para um veterinário, ou para qualquer outro lugar, prepare uma tala para imobilizar a perna fraturada. 

2. Um pau ou um jornal enrolado podem muito bem fazer as vezes de uma tala. Certifique-se de o objeto escolhido tenha um comprimento maior do que a perna a ser imobilizada. 

3. Amarre a tala à perna, com a ajuda de uma gaze. Não tente colocar o membro fraturado no lugar, já que o animal sente muitas dores, e somente um médico veterinário pode realizar a tarefa da melhor maneira para que o cão não sofra tanto. Obs: em casos de cães bravos, antes de colocar a tala, coloque uma focinheira no animal. 

4. Agora seu cão já está preparado para ser transportado ao veterinário de sua confiança.


Sabe-se que as vezes criar um animal sem dar, de vez em quando, um agradinho como um docinho é quase como impedir que uma criança coma doces. Porém, essas guloseimas podem prejudicar e muito a saúde de seu animalzinho.

Talvez os sintomas não se manifestem logo e você imagine que isso é exagero. Mas, com a idade, inevitavelmente, as conseqüências de um mau hábito alimentar irão se manifestar.

Por isso, evite dar guloseimas ao seu animal desde cedo. Se ele nunca provar um chocolate nunca sentirá falta!


Passe a usar em sua casa somente  aspirador de pó, que deverá ter, no saco recebedor de lixo, uma boa quantidade de Neocid. 

Dê um banho por semana no cão  retirando, porém, diariamente, todas as pulgas. 

Caso não tenha aspirador de pó, varra com vassoura de piaçava todas as dependências da casa, não esquecendo o rodapé. Passe um pano com produto de limpeza à base do amoníaco (dilua sempre para não causar intoxicações ao animal). 

Caso sua casa tenha quintal, plante a Erva de Santa Maria em vasos, canteiros, jardins etc. As pulgas odeiam.



Desde criança sou apaixonada por animais. E por isso vou contar o primeiro e inesquecível contato que tive com cachorros:

Certa vez, no caminho para a escola, encontrei uma cachorrinha dourada, sem raça definida, em uma caixa de papelão com uma ninhada ao lado de um muro de uma casa, era inverno e estava muito frio, um sereno, que dava dó dos cachorrinhos, continuei meu caminho com pensamento nos cachorrinhos, cheguei na escola e a professora tinha faltado… Voltei correndo até a cachorrinha para pegar ela e levar pra casa, mas meu irmão me disse que como aqueles cachorrinhos estavam ao lado do muro dessa casa, podia ser que o dono morasse ali ao lado.

Chamei e apareceu um senhor, então eu perguntei se poderia pegar um cachorrinho e ele me disse que só deixaria, se levasse a mãe e toda a ninhada. Assim, eu e meus dois irmãos, levamos os cãezinhos mais a mamãe deles para casa, e escondemos todos lá no fundo do terreno, para minha mãe não ver.

Demos um nome para a mamãe dos bebês: Serena, afinal tínhamos encontrado ela no sereno… Assim, escondido da nossa mãe pegávamos leite e pão para dar a Serena, porque imaginávamos que quanto mais leite a cachorra tomasse, mais leite ela teria pra dar aos filhotes.

Era impossível, claro, escondê-la por muito tempo, afinal, ela não ficava em silencio e logo meus pais descobriram, como o esperado, mamãe brigou, mas papai (que falava atrapalhado por ser de outra nacionalidade) dizia a ela: “Mira que lindos peros, tene que engordar la madre para los pêros tener salud!”

No final, Serena ficou com a gente e os filhotes foram doados para as crianças do bairro, assim pude acompanhar o crescimento saudável que eles tiveram e a alegria de ter um dono e um lar para viver!


Imagine a cena: você está, calmamente, andando com seu carro por uma avenida qualquer de Curitiba, quando você se depara com um senhor andando com um cachorro cor-de-rosa! Pois é, pedimos para o senhor posar para uma foto, mas ele acabou virando a cara pro outro lado.

Imagine a conversa que ele deve ter tido com a sua esposa depois: “Mulher, vê se tira a tinta desse Cachorrinho, senão eu não passeio mais com ele!”






CONTINUE NAVEGANDO: