Um triste número no Brasil: num país com 1,4 milhão de deficientes visuais, há apenas 60 cães-guia. Estes números foi apresentado através do trabalho do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e ONGs. Isto resulta em duas opções: aguardar (por tempo indeterminado) na fila de espera de uma ONG ou comprar o animal fora do país.

Segundo o Projeto Cão-Guia e a Escola de Cães-Guias Helen Keller, o treinamento dos cães demora dois anos em média, e custa o equivalente a R$ 25 mil no Brasil. Os deficientes visuais cadastrados nos projetos não pagam pelo animal, mas precisam enfrentar a fila de espera.

Segundo as ONGs,se houvesse ajuda do governo, mais cães seriam treinados. Mas boas notícias: a Escola de Cães-Guia Hellen Keller espera entregar seus primeiros animais treinados a partir de agosto de 2010. Mais informações nos sites www.caoguia.org.br e www.projetocaoguia.com.br.

Raphael Ramirez

Fonte: G1


Não existe um raça específica para ser cão-ouvinte, basta somente boa reatividade, bom temperamento, e vontade de trabalhar. Este tipo de cão é adaptado a guiar deficientes auditivos.

Eles passam primeiramente por um treinamento básico, como obediência e por situações que naturalmente irão presenciar com seu futuro dono. Somente depois passam por treinamentos sonoros, para reconhecer um determinado som e avisar ao seu manupulador; tais como: toques de telefone, campainhas, ou alarmes de relógio.

Com esses sons ele entende que deverá levar seu manipulador até a fonte. Ou afastando-o, como em casos de alarmes de incêndio.

O cão-ouvinte possui a mesma acessibilidade que o cão-guia, podendo permanecer em locais públicos em geral. E a cada dia esse tipo de serviço prestado por estes cães  torna-se mais reconhecido mundialmente.





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