Confira aqui as piores raças de cachorro para se ter dentro de casa ou apartamento.

Os cachorros não são chamados de “os melhores amigos do homem” por acaso. Companheiros, são sempre uma das primeiras opções quando pensamentos em adotar um bichinho. Porém, antes de decidirmos qual raça será a escolhida, precisamos analisar qual ambiente é o mais favorável para aquele cão, pois muitas vezes o ambiente de um apartamento, sem os devidos cuidados com os hábitos físicos do animal, podem o deixar estressado, levando a comer os móveis da casa ou até mesmo ficar doente.

Confira a lista das raças menos indicadas para serem criadas em apartamento:

– Lulu da Pomerânia: Embora a raça se adapte a todos os tipos de residências, são muito agitados e, por isso, subirão excessivamente na mobília da casa. Por causa do seu tamanho pequeno, podem sofrer lesões, fraturas e problemas frequentes nas articulações.

– Pug: A raça é muito procurada por estética, sendo um dos cachorros da moda. No entanto, precisam de muitos cuidados, pois possuem grandes tendências a problemas de saúde, tendo coração, pele, intestino e focinho frágeis. Por causa dessas tendências, requerem visitas mensais ao veterinário.

– Labrador: Os labradores são muito energéticos. Eles precisam de muitas horas diárias de atividade física, pois sem elas a raça adota um comportamento destrutivo e certamente irá comer e destruir muitos objetos da casa.

-Beagle: Este cão, conhecido por suas grandes orelhas, é um farejador nato, desenvolvido para caçar durante horas por dia. Quando criado sem atividades físicas voltadas para seu perfil, se torna um grande mastigador, roendo vários móveis da casa.

– Border Collie: Estimado por sua grande inteligência, esse cachorro precisa constantemente de novos estímulos. Criado para pastorear ovelhas, quando entediado, adquire o hábito de morder.

– Golden Retriever: O cão é o sonho de consumo de muitos admiradores de cachorros. No entanto, gostam excessivamente de companhia. Eles precisam estar sempre ao redor dos donos, sendo notados e acarinhados. Eles literalmente não dão sossego e até atingirem a idade adulta, aprontam muito quando ficam sozinhos.

É importante ressaltar que não existem raças boas ou ruins. Na verdade, os cães precisam de um ambiente que acolha suas necessidades e personalidade. É importante fazer esse reconhecimento antes de adotar um bichinho.

Carolina B.


Confira aqui algumas dicas para proteger o seu cachorro ou gato dos fogos de artifício.

Quem tem um gatinho ou cachorro em casa, sabe como é difícil essa época do ano, principalmente na noite da virada, em que se queima um grande número de fogos de artifício. Visivelmente pode-se notar como a queima de fogos de artifício faz mal aos animais.

Na maioria das vezes quando expostos a esses fortes ruídos os gatos e os cães tendem a ficar nervosos e trêmulos, procuram se esconder ou ficar próximos de seus donos, o que configura em um ataque de pânico.

Ao contrário do que muitos pensam, os gatos, embora não demonstrem, são os que mais sofrem com o estresse dos fogos. Mas sofrem tanto quanto os cães.

Esses animais possuem um sistema de audição muito mais potente que o ser humano, o que faz com que o barulho de um simples foguete de pólvora, ressoe como uma grande explosão. Desse modo, quando ouvem o estrondo se sentem ameaçados e por isso a adrenalina acelera, fazendo com que fiquem extremamente estressados. E o resultado é o que vimos, bichos agitados, com olhos amedrontados, perdidos.

Há casos em que os animais durante uma queima de fogos ficam tão desorientados que fogem de casa, correm sem rumo pelas ruas e acabam se perdendo.

Para amenizar essa situação, evitando problemas maiores, os donos podem tomar algumas precauções:

– Se o animal possui em casa um refúgio, para onde sempre corre em casos de barulhos, permita que ele fique nesses lugares, pois ali ele se sente mais protegido. Deixe que ele saia quando se sentir em segurança.

– Nesse mesmo lugar onde ele se esconde, deixe sua alimentação e água, para que ele se sinta mais confortável e se acalme junto as suas coisas.

– Se eles vivem no quintal, procure deixar os portões e saídas bem fechados para que não fujam, evitando que se percam ou que sejam atropelados.

– Evite tentar proteger o animal durante a crise de medo, pois a proteção excessiva acaba por incentivar esse comportamento de ansiedade. Os gatos gostam de ficar sozinhos, então permita. Por sua vez, os cães devem ter liberdade de ir para seus esconderijos, conforme sua vontade.

– Para aqueles animais que ficam extremamente nervosos, que têm crises convulsivas ou que já possuem algum problema no coração, os veterinários costumam prescrever medicamentos para deixá-los mais calmos em situações assim.

Essas são medidas que podem ajudar nessas situações, mas infelizmente não resolvem o problema totalmente.

Sirlene Montes


Estudo indica que ato pode ajudar na visualização do rosto do dono.

O site Psychology Today publicou uma pesquisa muito interessante que explica o motivo dos cães inclinarem a cabeça quando falamos com eles ou damos alguma bronca. Muita gente acredita que pelos cachorros serem animais muito perceptivos, a ação é uma tentativa de reverter a situação agradando o dono, no entanto, os resultados da pesquisa publicada afirmam que o curioso comportamento acontece por outros motivos.

A publicação explica que o ato de inclinar a cabeça serve para facilitar a visualização do rosto do dono, pois devido ao focinho, eles não conseguem enxergar a parte inferior do rosto dos seres humanos e o movimento possibilita isso.  Os cães dispõem de inteligência emocional bastante acentuada e contam inclusive com a capacidade de ler e interpretar expressões faciais, mas para isso, precisam enxerga-la de forma completa.

Faça o seguinte: Coloque um objeto que se assemelhe ao focinho de um cachorro ou até mesmo seu próprio punho na frente do nariz. Percebe como “possuir um focinho” interfere no ponto de vista da visão?

A pesquisa foi aplicada com quase 600 pessoas que possuem cachorros. Além da informação a respeito da quantidade de vezes que os cães inclinavam a cabeça era necessário também informar a raça do animal.

Do número total de pessoas entrevistadas, 62% afirmaram que seus cães inclinam a cabeça frequentemente. Outro dado muito interessante é que os donos de cachorros das raças pugs e bulldogs, por exemplo, relataram menor frequência de inclinação (53%) em comparação aos animais que possuem focinhos maiores ou mais compridos (71%).

Com base nessa diferença, o cientista Stanley Coren, responsável pela condução dos estudos, concluiu que o fator do tamanho do focinho interfere muito na realização do movimento.

Apesar da diferença, os cães com focinhos menos achatados ainda representam um número grande, por este motivo, o autor crê que existam outros fatores que também sejam responsáveis pela inclinação. A audição também pode influenciar, mas por enquanto não há nada comprovado cientificamente.

Por Beatriz 


Facilmente contraída, a verminose se mostra um verdadeiro vilão para seus pet, sua ação sigilosa aliado a sua ausência de sintomas nos primeiros períodos de infecção dificultam seu tratamento preventivo.

Essa doença possui diversos veículos de contaminação, desde alimentação com restos de carnes cruas e infectadas, ao permitir que seu pet explore o lixo de sua casa, com água imprópria para consumo e ou até mesmo no contato com outros animais que estejam infectados.

É interessante salientar que esta doença não ataca somente cães já debilitados e não raramente cachorros saudáveis possuem vermes em quantidades que naquele momento não apresentam riscos para a saúde do animal. Portanto é imprescindível manter atualizada a carteira de vacinação do seu animal. Além de manter em dia a vermifugação do seu cachorro: é ideal que mensalmente seu cão consuma algum tipo de vermífugo. A ingestão pode ser dar através de pílulas misturadas na comida ou até mesmo diretamente ao animal.

Talvez a maior dificuldade em erradicar esta doença esteja na desatenção por parte dos donos sobre esta doença, ainda mais em um país em que a maioria dos criadores trata os cachorros como bichos selvagens.

Veterinários alertam que os vermes são encontrados não somente no estômago, mas também nos pulmões, rins, fígado e até no coração, portanto para garantir a saúde do seu animal de estimação não se esqueça de vermifugá-lo com frequência. Dê atenção redobrada aos filhotes, que são muito mais sensíveis a esta contaminação.

Por Fernando Setoue


Nas férias programa-se quase tudo! Primeiro, guardamos o dinheiro ou, no caso dos sem muito planejamento, “estouramos” o cartão de crédito. Depois vem a escolha do local, do hotel, da decisão do meio de transporte, entre outras deliciosas e satisfatórias decisões quando vamos viajar.

Entretanto, um item relevante, por muitos é esquecido: o animalzinho de estimação. O que fazer com ele? Com quem deixar? Observem que os parentes e vizinhos, ao saber do planejamento da viagem, sempre relatam compromissos no mesmo período. 

Assim, ao optar por um hotel realize uma pesquisa se aceitam animais de estimação. Muitos oferecem até como cortesia, sendo um atrativo aos clientes. Outros cobram taxas e mantém equipes para passear com os bichinhos enquanto a família se diverte em locais que o animalzinho não pode acompanhá-los.

Lembre-se também de planejar o meio de transporte do animal, afinal os gastos da viagem podem aumentar.

Por Patricia Gujev


Se você tem um cachorro, sabe muito bem o quanto ele pede um tratamento especial. Caminhadas e corridas ao ar livre deixam o animal mais calmo e saudável.

Além das ruas entorno da sua casa, há parques onde os cachorros são bem vindos. É claro que para isso, seu animal estar vacinado, se for cadelas, não poderão estar no cio e se você tiver um cão de caça, de porte mais pesado, é necessário levar além da guia, focinheira e enforcador.

Segue dicas de parques para você levar seu amigo: Parque do Ibirapuera e Parque Buenos Aires em São Paulo há nas duas áreas suportes com sacos plásticos biodegradáveis para os donos colocarem os dejetos dos cães. Parcão da Lagoa no Rio de Janeiro, que recebe por volta de 800 animais. Parcão atrás do Museu Oscar Niemeyer que reúne mais de cem cachorros nos fins de semana em Curitiba.

Fonte: Portal R7

Por Fernanda Peixoto


Os cães analisam o ambiente à sua volta através dos seus sentidos, olfato e paladar. Cheiram tudo, lambem e roem, isso além de aliviar o incômodo pela troca da dentição, auxilia na limpeza dos dentes – evitando o surgimento de tártaros e doenças periodontais –, também transmite indícios de que o canino está com  alguma deficiência em alguns nutrientes, o que é indicado realizar exame de fezes para sanar a dúvida.

Roendo ossos naturais estes nutrientes podem ser supridos, mas atualmente com a tecnologia e industrialização, encontra-se uma grande variedade de rações que possam proporcionar os tais nutrientes, transformando o ato de ‘roer’ somente uma diversão e maneira de higienizar os dentes do cão.

Mas caso não queira que seu cão fique sem este instinto natural de roer, há formas de proporcionar esta satisfação à ele, com ossos sintéticos – feitos de couro de boi – e até mesmo ossos naturais – grandes e cozidos, para evitar complicações na saúde.

Prestando atenção no que o cão está roendo e tomando as devidas precauções, o peludo poderá continuar com seu hábito, trazendo benefícios para ele e não medos no que poderá ocorrer com sua saúde.


Os cachorros latem para poder se comunicar. Algumas vezes exageram, incomodando vizinhos e até mesmo a todos de casa. Uma dica infalível é borrifar discretamente água bem no focinho dele toda vez que estiver nesses exageros de latidos, assim irá se assustar com o movimento que foi realizado e com a água que o acertou. Com isso ele ficara treinado e atento a cada vez que latir.

Outra saída é colocar algumas moedas em uma latinha, e cada vez que começar com a histeria, chacoalhe fortemente a lata, sem que ele veja. O barulho vai incomoda-lo tanto que cada vez que latir, ele vai achar que irá acontecer novamente. Com isso a tendência de ficar latindo exageradamente irá diminuir cada vez mais.


Atualmente existe um imensa variedade de coleiras e guias para os cães, por isso trazemos aqui algumas dicas para escolher qual se encaixa para seu cão.

O primeiro ponto a ser considerado é a raça do seu amigo canino, sua idade e seu porte. Deixando de lado a estética do produto, pois nem sempre o mais bonito é o mais confortável e seguro para seu cão.

Coleira: é a melhor opção para o passeio diário, sendo ela o mais confortável possível, resistente e ficar bem ajustada ao pescoço do cão.

Guia: ela deverá ser leve, confortável e o mais compatível com a estatura do seu cão. Para proporcionar maior mobilidade, a melhor opção é uma guia longa com 10 metros de nylon, algodão ou corda. Evite a guia retrátil, pois ela estimula o cão a puxar.

Enforcador: a função do enforcador, seu próprio nome já diz: enforcar, ou seja, induzir o desconforto do cão toda vez que ele puxar. Muitas vezes ele se acostuma tanto com este desconforto que acaba se acostumando e fica sendo ‘enforcado’ durante todo o passeio. Caso você opte em utiliza-lo, prefira os de corda, couro ou nylon, pois são mais confortáveis e seguros.

Enforcador ajustável com limitador: ao contrario dos enforcadores comuns, esses possibilitam ser ajustados a enforcar até um certo ponto, sendo assim muito mais seguro para seu cão. Ele atinge dois pontos diferentes do pescoço, na parte superior, evitando que o machuque.

Peitoral: é uma ótima opção somente para cães de porte pequeno, pois ele estimula o canino a puxar, assim, quanto menor o cão, melhor é para conduzi-lo.

Headcollar: este é indicado para os de grande porte. É uma coleira que entrelaça a cabeça e o focinho do cão evitando machuca-lo e faciliata na condução. Para utilizar este acessório, é indicado que você tenha instruções de um adestrador ou utilize corretamente o manual de instruções.

Carranas: é um tipo de coleira com grampos que fere o pescoço do cão, podendo ate mesmo perfura-lo. Não é um dos acessórios mais indicados, mas caso opte por utiliza-lo procure orientação.

Pronto! Agora você já pode escolher qual o melhor tipo de coleira para passear com seu amigo canino. Boa escolha e um ótimo passeio!!


Primeiramente deve-se cuidar da saúde do seu cãozinho e observar se esta bem limpinho e com as unhas cortadas. Geralmente eles sentem ciúme ao ver que seu espaço vai ser tomado por outro ser, principalmente uma criança. Para evitar qualquer risco é essencial adestrar seu cão para conviver com elas e faze-lo reconhecer os comandos básicos como, ‘senta’, ´fica’, ‘deita’, etc. Assim como começar a acostuma-lo com os sons do bebê, colocando gravações de choros e vozes de bebês para ele ir se familiarizando com a chegada do novo membro da família.

Chegou a hora! O bebê está entrando em casa. Nesta hora você pode apresenta-lo a ele. Mas fazendo isso com calma e em uma determinada distância. Até ele se acostumar com o novo amiguinho, você deve continuar presente para com o cão, dando carinho e atenção a ele.

A convivência deve tornar-se a mais espontânea possível, deixando que seu amigo canino se torne um membro da família também.

Com estas precauções certamente sua família poderá ser muito feliz, com todos unidos e em plena convivência.


Geralmente ocorrem casos em que o cão acaba ingerindo algum tipo de veneno, seja ele induzido ou ocasional. Os sintomas são observados rapidamente, como: diarréia, vomito, apatia, contração/dilatação das pupilas, convulsões, etc; apresentando algum destes indícios, o cão deverá ser imediatamente socorrido, sendo feita a indução do vômito e fazendo-o ingerir água morna com sal no intervalo de cinco a dez minutos.

Mas estes são apenas os primeiros passos, em qualquer circunstância ele deverá ser levado a um veterinário para proporcionar os tratamentos clínicos específicos.

Tomar muito cuidado com materiais domésticos, como: produtos de limpeza, inseticidas, venenos contra formigas e ratos, produtos contra sarna, etc. eles também poderão ser responsáveis por intoxicação ou o envenenamento do seu cão.


Diz o mito que os cães comem grama por estarem com o estomago ‘enjoado’. Esta indagação não deixa de ser verdadeira. Realmente, quando sentem um mal estar, o instinto canino faz com que eles sintam a necessidade de ingerir grama, pois ela agirá como um irritante para o estomago, o animal irá vomitar o que pode ter ocasionado o enjôo, como alguma comida ou até mesmo algum tipo de veneno.

Além de proporcionar fibras à dieta do cão, que melhorará a função do intestino e evitará o câncer no mesmo.

Mas o principal ingrediente que contém na grama e é ótimo para a saúde do canino é a clorofila. Ela combate infecções de gengiva, garganta, inflamações de intestino, além de renovar os tecidos e combater as bactérias em feridas.

O grande cuidado a ser tomado é verificar se a grama do quintal ou jardim está infectada por poluição e agrotóxicos, pois inevitavelmente ele irá comer algum dia a tão ‘saborosa grama’.


Quando decide-se adquirir um cãozinho, deve-se observar os seguintes tópicos:

  • Se existe contrato de compra e venda.
  • Observar durante o terceiro e o décimo dia se o cão não apresenta nenhuma doença, se isso ocorrer comunicar ao criador para decidir como será resolvida a questão. E no caso de morte, indagar para  que seja devolvido o valor pago.
  • Ficar atento se o cão apresenta os padrões da raça, ou seja, se demonstra as características da raça a que pertence, para evitar transtornos futuros.

Estas são situações básicas a serem observadas, se acaso ocorrerem e o criador negar-se a entrar em um acordo, caberá ao Kennel Club ou ao PROCON tomarem as medidas legais cabíveis para solucionar o ocorrido.


A principio deve-se saber o motivo da agressividade  do cão, que pode ser de duas maneiras: a por dominância e a por medo.

A agressão por dominância ocorre quando o cachorro está acostumado com muitas regalias e mimos o dia todo. Ela acontece por meio de um simples rosnado até um ataque real. Neste caso você deve mostrar quem é o líder, mudando alguns hábitos, desde o horário da refeição, até carinho, brinquedo, passeios. Ele deverá obedecer ao seu comando e não ao momento em que ele desejar receber algum mimo.

Já a agressão por medo ocorre quando alguma situação ou objeto o traumatiza por algum motivo. Para combatê-la o ideal é mostrar que não existe razão para o medo. O processo deve ser feito com calma e paciência, para seu cão obter novamente a confiança. Brincadeiras ou aproximações do objeto que causa o medo, com recompensas, faz com que ele esqueça o que aconteceu e volte a adquirir maior segurança e fique mais tranqüilo.


O cio ocorre nas fêmeas entre o 7º e 10º mês de idade – entre 12 e 14 anos equivalente a idade do homem – sendo a época em que estão preparadas para acasalar e procriar. O macho pode saber que existe uma fêmea no cio a uma enorme distância através de seu faro, sentindo um odor característico: o ferormônio, que é eliminado junto com a urina das fêmeas, atraindo os machos.

O cio ocorre com uma freqüência de 5 a 7 meses, durando de 15 a 16 dias. No inicio do ciclo é possível observar um sangramento leve que diminui ou desaparece geralmente no 7º ou 8º dia, mas ela não está preparada para acasalar. Já no ciclo seguinte ela deixa o macho montar, onde ocorre o acasalamento.

Para evitar que a fêmea não fique prenha, é necessário que não entre em contato com machos no fim do cio, ou seja, do 7º ao 15º dia. A castração é outra excelente opção para que o animal também não tenha cria.


Elas se reproduzem com uma velocidade incrível, tendo que ser combatidas logo no início para não saírem fora do controle. Sua reprodução acontece normalmente em ambientes na própria residência,  ou seja, o cão adquire algumas na rua, em passeios, por exemplo, e em casa elas encontram um ambiente propício para fazer a desova, podendo permanecer no local por até um ano! Por isso, podemos dizer que o cão apenas faz o transporte delas e, na presença de umidade e calor elas se proliferam.

Sabendo que elas apenas se alimentam do cão sugando seu sangue, você pode seguir algumas dicas para tentar impedir a infestação: dando um banho anti-pulgas e certificando-se de que todas foram mortas, e depois de secá-lo, solte-o livremente pela casa, se em uma hora depois você não observar nenhuma pulga significa que seu cão não estava infestado e sua casa também não.

Já, se encontrar várias pulgas a residência deve ser tratada juntamente com o cão, fazendo dedetizações duas vezes a cada 3 e 4 semanas. E o cachorro deverá tomar banhos anti-pulgas e utilizar produtos específicos, além de ter o acompanhamento de um veterinário.

A presença das pulgas alteram o comportamento do cão e os irritam fisicamente, então se observar algum indício delas procure um veterinário. Ele saberá como ajudar seu amigo canino a sair ileso, além de prevenir contra doenças que poderão surgir.


A lei não se pronuncia em proibir a existência de cães em condomínios, apenas diz que não pode utilizar as áreas em comum ‘…de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores…’, ou seja, a tal presença de cães representa o bom senso dos respectivos donos.

Somente não libera-se a todas as raças a possibilidade de estarem em condomínios, como cães de instinto violento que possam prejudicar e ameaçar a segurança das pessoas. Mas,se o cão atacar ou causar algum dano à alguem, a responsabilidade total cabe ao seu dono. Justamente por isso há regulamentos específicos para o cão, como andar somente com coleira e guia, serem transportados somente nos elevadores de serviço, etc.

Portanto, antes de pensar em possuir um cachorro em seu apartamento, vale pesquisar a raça que melhor se adapta tanto a você quanto ao condomínio e às normas regidas por ele.


Dentro da variedade de raças existentes, você precisa primeiramente analisar o que espera do seu cão: o selvagem (ou de ataque); ou o de companhia.

De acordo com sua expectativa, personalidade e estilo de vida poderá escolher o seu companheiro ideal. Relacionam-se mais de 350 raças reconhecidas e uma imensa quantidade de mestiços, por isso é essencial conhecer os cães para poder optar pela raça certa. Pesquisar junto a um grupo de resgate, onde os cães de raça são criteriosamente avaliados; buscar informações sobre as raças ou sobre os mestiços; descobrir como o cão irá se adaptar com o restante da família são fatores que auxiliarão na escolha do seu animal.

Boa sorte e boa escolha!


Hotéis para cachorro, longe de ser um luxo ou uma excentricidade como muita gente de fora costuma pensar, são uma necessidade especialmente para quem vai viajar com a família e não tem com quem deixar o cãozinho.

Obviamente, donos que se preocupam com seus companheiros não os deixarão abandonados. E, se pedir para o vizinho cuidar não é opção, os hotéis para cachorro surgem como a melhor alternativa para cuidar dos bichinhos. Em geral, esses hotéis oferecem um bom ambiente, com refeições e banhos regulares, brinquedos para os cãezinhos e espaço para que ele brinque com outros cães.

Encontrar um hotel para cachorro não é difícil. Existem vários lugares. Uma pequena listagem, com algumas das principais cidades brasileiras:


As fraturas em cachorros costumam atingir principalmente as pernas. Você sabe prestar os primeiros socorros ao seu cão?! Veja abaixo:

1. A fratura provoca muitas dores nos cães, por isso, antes de transportá-lo para um veterinário, ou para qualquer outro lugar, prepare uma tala para imobilizar a perna fraturada. 

2. Um pau ou um jornal enrolado podem muito bem fazer as vezes de uma tala. Certifique-se de o objeto escolhido tenha um comprimento maior do que a perna a ser imobilizada. 

3. Amarre a tala à perna, com a ajuda de uma gaze. Não tente colocar o membro fraturado no lugar, já que o animal sente muitas dores, e somente um médico veterinário pode realizar a tarefa da melhor maneira para que o cão não sofra tanto. Obs: em casos de cães bravos, antes de colocar a tala, coloque uma focinheira no animal. 

4. Agora seu cão já está preparado para ser transportado ao veterinário de sua confiança.


Sabe-se que as vezes criar um animal sem dar, de vez em quando, um agradinho como um docinho é quase como impedir que uma criança coma doces. Porém, essas guloseimas podem prejudicar e muito a saúde de seu animalzinho.

Talvez os sintomas não se manifestem logo e você imagine que isso é exagero. Mas, com a idade, inevitavelmente, as conseqüências de um mau hábito alimentar irão se manifestar.

Por isso, evite dar guloseimas ao seu animal desde cedo. Se ele nunca provar um chocolate nunca sentirá falta!


Se os pombos o estão incomodando em sua residência, coloque bandeiras de papel do tipo laminado, que reflita a luz do sol. Eles não pousarão por perto.

Bolas de enfeites de árvore de natal também dão resultados.


Passe a usar em sua casa somente  aspirador de pó, que deverá ter, no saco recebedor de lixo, uma boa quantidade de Neocid. 

Dê um banho por semana no cão  retirando, porém, diariamente, todas as pulgas. 

Caso não tenha aspirador de pó, varra com vassoura de piaçava todas as dependências da casa, não esquecendo o rodapé. Passe um pano com produto de limpeza à base do amoníaco (dilua sempre para não causar intoxicações ao animal). 

Caso sua casa tenha quintal, plante a Erva de Santa Maria em vasos, canteiros, jardins etc. As pulgas odeiam.





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