Esta história relata a fé, esperança e perseverança de um caozinho e sua dona.

O cão chamado “Faith” = Fé, nasceu no Natal de 2002 com apenas 3 patinhas – duas traseiras normais e 1 dianteira anormal que precisou ser amputada. Quando nasceu sua mãe o rejeitou e como nao conseguia caminhar necessitava de empenho e cuidados especiais de seu dono, o qual desejou eliminá-lo.

Foi quando sua atual dona Jude Stringfellow entrou em sua vida e aceitou o desafio de cuidar e ensinar o pequeno Faith a caminhar e a superar sua deficiência.

Então ela começou a treiná-lo, exercitando e colocando o cãozinho em uma prancha de Surf para ele sentir o movimento das águas, e o recompensava com um pouco de pasta de amendoim quando ele conseguia ficar ereto e pulando pela casa.

Após apenas 6 meses Faith conseguia se equilibrar e caminhar pela casa sozinho, e com mais treinos fazendo-o caminhar na neve ele conseguiu caminhar como um ser humano.

O surpeendente cãozinho ficou conhecido internacionalmente e por onde passa chama muita atenção, já aparecendo em programas de TV e jornais. Possuindo até mesmo um livro com o título “With a Little Faith” (Com um pouco de fé), que relata sua incrível história de superação.

A sua dona, Sra. Stringfellow, deixou sua profissão para espalhar pelo mundo esta história de fé e vida junto com Faith.
Seu lema é: Nunca perca a fé!


O melhor amigo do homem teve sua origem à pelo menos 15 mil anos e considera-se o primeiro animal a ser domesticado. Existe uma imensa variedade de raças de cães, desde os de grande porte até os menores, mas sem dúvida, todos com a mesma história e origem.

Eles fazem parte da família dos Canídeos, que são semelhantes as raposas e lobos. Mas a diversificação das raças mostra que são descendentes de Canídeos selvagens, mais especificamente dos lobos. Estes, no processo evolutivo, se ‘auto-domesticaram’, ou seja, quando os homens começaram a viver em aldeias ou comunidades, os lobos aproveitaram a oportunidade para poder adquirir comida facilmente, como os restos que eram sobravam do homem. Já os mais ‘medrosos’ começavam a se afastar cada vez mais. Separando a espécie em dois nichos.

Esta que ficou convivendo com o homem foi adaptando-se de acordo com as necessidades e conduzido ao processo da seleção natural (ou a ‘lei do mais forte’) para a sua sobrevivência. Onde seus cruzamentos originariam a variedade imensa de raças de cães que hoje existe.


Desde criança sou apaixonada por animais. E por isso vou contar o primeiro e inesquecível contato que tive com cachorros:

Certa vez, no caminho para a escola, encontrei uma cachorrinha dourada, sem raça definida, em uma caixa de papelão com uma ninhada ao lado de um muro de uma casa, era inverno e estava muito frio, um sereno, que dava dó dos cachorrinhos, continuei meu caminho com pensamento nos cachorrinhos, cheguei na escola e a professora tinha faltado… Voltei correndo até a cachorrinha para pegar ela e levar pra casa, mas meu irmão me disse que como aqueles cachorrinhos estavam ao lado do muro dessa casa, podia ser que o dono morasse ali ao lado.

Chamei e apareceu um senhor, então eu perguntei se poderia pegar um cachorrinho e ele me disse que só deixaria, se levasse a mãe e toda a ninhada. Assim, eu e meus dois irmãos, levamos os cãezinhos mais a mamãe deles para casa, e escondemos todos lá no fundo do terreno, para minha mãe não ver.

Demos um nome para a mamãe dos bebês: Serena, afinal tínhamos encontrado ela no sereno… Assim, escondido da nossa mãe pegávamos leite e pão para dar a Serena, porque imaginávamos que quanto mais leite a cachorra tomasse, mais leite ela teria pra dar aos filhotes.

Era impossível, claro, escondê-la por muito tempo, afinal, ela não ficava em silencio e logo meus pais descobriram, como o esperado, mamãe brigou, mas papai (que falava atrapalhado por ser de outra nacionalidade) dizia a ela: “Mira que lindos peros, tene que engordar la madre para los pêros tener salud!”

No final, Serena ficou com a gente e os filhotes foram doados para as crianças do bairro, assim pude acompanhar o crescimento saudável que eles tiveram e a alegria de ter um dono e um lar para viver!





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