Confira aqui as piores raças de cachorro para se ter dentro de casa ou apartamento.

Os cachorros não são chamados de “os melhores amigos do homem” por acaso. Companheiros, são sempre uma das primeiras opções quando pensamentos em adotar um bichinho. Porém, antes de decidirmos qual raça será a escolhida, precisamos analisar qual ambiente é o mais favorável para aquele cão, pois muitas vezes o ambiente de um apartamento, sem os devidos cuidados com os hábitos físicos do animal, podem o deixar estressado, levando a comer os móveis da casa ou até mesmo ficar doente.

Confira a lista das raças menos indicadas para serem criadas em apartamento:

– Lulu da Pomerânia: Embora a raça se adapte a todos os tipos de residências, são muito agitados e, por isso, subirão excessivamente na mobília da casa. Por causa do seu tamanho pequeno, podem sofrer lesões, fraturas e problemas frequentes nas articulações.

– Pug: A raça é muito procurada por estética, sendo um dos cachorros da moda. No entanto, precisam de muitos cuidados, pois possuem grandes tendências a problemas de saúde, tendo coração, pele, intestino e focinho frágeis. Por causa dessas tendências, requerem visitas mensais ao veterinário.

– Labrador: Os labradores são muito energéticos. Eles precisam de muitas horas diárias de atividade física, pois sem elas a raça adota um comportamento destrutivo e certamente irá comer e destruir muitos objetos da casa.

-Beagle: Este cão, conhecido por suas grandes orelhas, é um farejador nato, desenvolvido para caçar durante horas por dia. Quando criado sem atividades físicas voltadas para seu perfil, se torna um grande mastigador, roendo vários móveis da casa.

– Border Collie: Estimado por sua grande inteligência, esse cachorro precisa constantemente de novos estímulos. Criado para pastorear ovelhas, quando entediado, adquire o hábito de morder.

– Golden Retriever: O cão é o sonho de consumo de muitos admiradores de cachorros. No entanto, gostam excessivamente de companhia. Eles precisam estar sempre ao redor dos donos, sendo notados e acarinhados. Eles literalmente não dão sossego e até atingirem a idade adulta, aprontam muito quando ficam sozinhos.

É importante ressaltar que não existem raças boas ou ruins. Na verdade, os cães precisam de um ambiente que acolha suas necessidades e personalidade. É importante fazer esse reconhecimento antes de adotar um bichinho.

Carolina B.


Doberman: corajoso, valente, ágil e inteligente, este cão teve origem na Alemanha pelo cruzamento dos ancestrais do Rottweiller. Apresenta-se muito determinado e equilibrado, sendo  sempre fiel ao seu dono. É uma raça muito utilizada para ser cão policial e cão militar.

Rottweiller: robusto, inteligente, considerado como um cão de guarda resistente e obediente. Teve sua origem na época dos romanos como ‘cão de passeio’, demonstrando mais tarde seu excelente desempenho como cão de guarda.

Pastor Alemão: este cão possui varias qualidades e habilidades, podendo tornar-se: cão de busca, pastor, salvamento, farejador, cão guia – em virtude de seu explendido olfato desenvolvido -, e policial. Dócil, inteligente e dedicado ao dono, teve sua origem na Alemanha e desde então desempenha sua função de cão protetor.

Fila Brasileiro: também considerado um cão de guarda, de origem brasileira. Fiel ao dono, porém agressivo à estranhos. Usado também como cão guia e de proteção, por seu instinto natural de guarda.

Akita: originário na província de Akita, no Japão. É um cão bastante temperamental, corajoso e prudente. Extremamente fiel aos donos, o que o torna um excelente cão de guarda. Porém, não muito obediente, sendo necessário alguns treinos para poder aceitar ordens e comandos.

Mastim Napolitano: é uma raça originária da Roma Antiga, considerado um excelente cão de guarda, amistoso e imponente. Seu temperamento é bastante balanceado, necessitando adestramento profissional para obedecer limites e ordens.

Com esta relação pode-se observar as semelhanças e habilidades necessárias e desenvolvidas para os ´cães de guarda’. E, também, as principais raças podem ser utilizadas para este fim.


Aqui relacionamos algumas raças pequenas mais populares, e que são ditas ótimas indicações para serem ‘cães de companhia’:

Poodle Toy

È um cãozinho dócil, inteligente, brincalhão e, acreditem!, um excelente cão de guarda. É considerado a segunda raça mais inteligente do mundo – só perdendo para o Border Collie – adaptando-se  muito bem em apartamentos.

Yorkshire

È considerado muito dócil com seu dono, mas muito temperamental com estranhos.

Sociável, divertido e fiel, adora receber muitos mimos e estará sempre por perto de seu dono. Seu peso não ultrapassa os 3,1 kg.

Chihuahua

O Chihuahua é a menor raça do mundo, medindo de 16 à 22 cm, e seu peso varia de 1 kg à 3 kg. São reconhecidos por sua extrema lealdade. Espertos, valentes e inteligentes não são recomendados para crianças pois são muito frágeis.

Shi Tzu

È um cão de origem chinesa e seu nome significa ‘cão leão’. Obedecem ao adestramento com facilidade, sendo fácil educá-los. É muito experto e extremamente cativador. Sendo, também, recomendado para conviver em apartamentos.

Lhasa Apso

Ele é extremamente desconfiado e atento junto à estranhos e muito fiel à seus donos. Sua pelagem comprida, pesada e lisa não exige tosa. E sua aparência lembra muito o Shi Tsu.

Pinscher

Por apresentarem ampla semelhança ao Dobermann, o Pinscher é confundido como miniatura desta raça, porém isso não é verídico. Mas é considerado como cão de guarda, o que os faz ficarem hostis à estranhos. Possuem tendência à obesidade, necessitando uma alimentação muito balanceada.

Pug

Muito charmoso e com uma ótima disposição, é um cão meigo, dócil e inteligente. È muito sociável e adapta-se facilmente à pessoas e ambientes estranhos. Seu focinho achatado causa-lhe muita dificuldade em respirar, devido a isto pode apresentar problemas respiratórios e vir a falecer rapidamente


Há entidades responsáveis por avaliar cães que representam fielmente as características básicas de uma determinada raça. Tais como o clube das raças e kennel clube entre outros.

Eles observam as raças caninas em concursos e exposições para obter um padrão e manter a originalidade das características físicas e comportamentais desses animais, para adquirir bases de distingui-los dos mestiços.

O pedigree seria o certificado deste padrão registrado no kennel clube, que indica as características do cão, identificando sua origem até a terceira geração.

As principais características observadas para obter uma resposta se o cão é ‘padrão’ ou não são: formato da cauda, focinho e cabeça, estatura, peso, cor e tipo da pelagem, porte, cor dos olhos, comportamento, entre outras.

A importância destas entidades está em detalhar e identificar as 374 raças reconhecidas (e não reconhecidas) no Brasil e no mundo.


A lei não se pronuncia em proibir a existência de cães em condomínios, apenas diz que não pode utilizar as áreas em comum ‘…de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores…’, ou seja, a tal presença de cães representa o bom senso dos respectivos donos.

Somente não libera-se a todas as raças a possibilidade de estarem em condomínios, como cães de instinto violento que possam prejudicar e ameaçar a segurança das pessoas. Mas,se o cão atacar ou causar algum dano à alguem, a responsabilidade total cabe ao seu dono. Justamente por isso há regulamentos específicos para o cão, como andar somente com coleira e guia, serem transportados somente nos elevadores de serviço, etc.

Portanto, antes de pensar em possuir um cachorro em seu apartamento, vale pesquisar a raça que melhor se adapta tanto a você quanto ao condomínio e às normas regidas por ele.


Dentro da variedade de raças existentes, você precisa primeiramente analisar o que espera do seu cão: o selvagem (ou de ataque); ou o de companhia.

De acordo com sua expectativa, personalidade e estilo de vida poderá escolher o seu companheiro ideal. Relacionam-se mais de 350 raças reconhecidas e uma imensa quantidade de mestiços, por isso é essencial conhecer os cães para poder optar pela raça certa. Pesquisar junto a um grupo de resgate, onde os cães de raça são criteriosamente avaliados; buscar informações sobre as raças ou sobre os mestiços; descobrir como o cão irá se adaptar com o restante da família são fatores que auxiliarão na escolha do seu animal.

Boa sorte e boa escolha!


Não existe um raça específica para ser cão-ouvinte, basta somente boa reatividade, bom temperamento, e vontade de trabalhar. Este tipo de cão é adaptado a guiar deficientes auditivos.

Eles passam primeiramente por um treinamento básico, como obediência e por situações que naturalmente irão presenciar com seu futuro dono. Somente depois passam por treinamentos sonoros, para reconhecer um determinado som e avisar ao seu manupulador; tais como: toques de telefone, campainhas, ou alarmes de relógio.

Com esses sons ele entende que deverá levar seu manipulador até a fonte. Ou afastando-o, como em casos de alarmes de incêndio.

O cão-ouvinte possui a mesma acessibilidade que o cão-guia, podendo permanecer em locais públicos em geral. E a cada dia esse tipo de serviço prestado por estes cães  torna-se mais reconhecido mundialmente.





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